• Medieval (1150 ? 1400)
    A expressão mais conhecida deste período é o canto gregoriano, um tipo de música vocal de uso litúrgico. Ela possui um ritmo flexível e não está sujeita a nenhum compasso nem a nenhuma medida.
  • Renascimento (1400 ? 1600)
    O século 15 foi marcado por maior liberdade de composição, principalmente no que diz respeito à harmonia e à polifonia (simultaneidade de várias melodias que se desenvolvem independentemente, mas dentro da mesma tonalidade). Um dos grandes nomes do período é o italiano Giovanni Palestrina.
  • Barroco (1600-1750)
    Neste período, foram estabelecidas as bases que regeram a música por mais de 300 anos. As orquestras assumiram o formato atual e surgiram os gêneros ópera e cantata. As composições são marcadas por frases musicais cheias de ornamento, pequenas notas auxiliares que são tocadas perto da linha melódica. Johann Sebastian Bach, Georg Fredrich Händel e Antonio Vivaldi são três expoentes da época.
  • Clássico (1750-1830)
    Berço da sonata. Marcado por um estilo de música com espírito mais profano. Seus grandes representantes são Wolfgang Amadeus Mozart e Joseph Haydn.
  • Romântico (1830-1920)
    As obras deixam a rigidez do classicismo de lado e assumem maior expressividade. O emocional e a dramaticidade predominam nas composições. Paralelamente, a música ganha caráter comercial. Surgem as salas de concerto e passa-se a pagar ingressos para escutar a execução de uma peça. Ludwig van Beethoven está entre os principais compositores do período.
  • Contemporâneo (1920-até hoje)
    Gustav Mahler, Claude Debussy e Richard Strauss se consagraram no período pós-1ª Guerra Mundial. Nele o experimentalismo ganha força. Aparecem diferentes estilos de composição.