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Casos de canibalismo que entraram para a História

24 de abril de 2019

Os líderes tribais das Ilhas Fiji comiam a carne de pessoas consideradas especiais em sua comunidade. Para isso, utilizavam talheres próprios, que não podiam ser usados para consumir qualquer outro tipo de “alimento”.

A tribo Fore, da Papua Nova Guiné, consumia seus mortos em banquetes. Os homens ficavam com os músculos, enquanto as mulheres e crianças, com o cérebro. A tradição teve início no século 19 e durou até a chegada dos colonizadores na década de 1950.

Os habitantes da Ilha de Páscoa gostavam bastante de carne humana. Os banquetes eram promovidos em lugares isolados e apenas os homens podiam participar.

Em 1912, um grupo de haitianos matou e comeu uma garota de 12 anos em uma cerimônia vodu.

O alemão Fritz Harmann, conhecido como o “Vampiro de Hannover”, foi condenado em 1924 pelo assassinato de 27 garotos. Ele fazia salsicha da carne dos meninos, não somente para consumo próprio, como também para venda.

Em 1846, um grupo de 90 pessoas liderado por George Donner ficou preso em uma nevasca no alto de Serra Nevada, na Califórnia (EUA). Os sobreviventes tiveram que comer a carne de seus companheiros mortos para permanecerem vivos.

Uma história semelhante ocorreu em 1972. Um avião da Força Aérea do Uruguai, que transportava a seleção rúgbi, despencou na Cordilheira dos Andes. Apenas 16 pessoas se salvaram. O estoque de alimentos a bordo acabou rapidamente e o único meio encontrado pelo grupo para sobreviver foi recorrer aos corpos dos colegas mortos.

Em 2001, a polícia alemã encontrou na cidade de Rotenburgo  pedaços de um corpo no freezer do especialista em computação Armin Meiwes. Tratava-se de Bernd-Jurgen, que o procurou em resposta a um anúncio colocado por Meiwes em websites procurando por “jovens sarados entre 18 e 30 anos para abate”.

Em fevereiro de 2009, índios da etnia Kulina foram acusados de esquartejar e comer os restos de um rapaz de 19 anos em um ritual de canibalismo. O caso aconteceu na cidade de Envira, no Amazonas. Cerca de 2.500 membros da etnia Kulina vivem na região, próxima à fronteira com o Peru.

 

 

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