Em 1991, a Croácia se declarou nação independente da Iugoslávia. O governo central não gostou e tentou reprimir a separação, sem resultado. Mesmo assim, os números dos conflitos foram impressionantes: 10 mil mortos, 22 mil feridos e 500 mil desabrigados.

Em seguida, a Eslovênia e a Macedônia também se desmembraram do poder central, praticamente acabando com a Iugoslávia. No ano seguinte, a Bósnia-Hezergovina resolveu tomar a mesma atitude.

Mas na Bósnia-Hezergovina os sérvios (maioria na Iugoslávia) eram minoria. Eles não queriam a independência com medo de sofrer perseguições dos dois outros grupos principais. No plebiscito, os muçulmanos e os croatas votaram a favor da separação da Iugoslávia. A minoria sérvia boicotou a votação. Inútil: o governo liderado por um muçulmano declara a independência. Alguns radicais sérvios iniciam atos de terrorismo à capital, Sarajevo, e, em 5 de abril de 1992, começa a guerra. O conflito só terminou em 1995.