Os desfiles de abertura surgiram em Londres nos Jogos de 1908. Antes, os atletas entravam e saíam do estádio de maneira desorganizada. É a delegação da Grécia que sempre abre a cerimônia, seguida pelas demais, por ordem alfabética, no idioma oficial do país que sedia os Jogos. A delegação anfitriã fecha o desfile.

cerimônias de abertura dos Jogos Olímpicos

Cada país escolhe um atleta para conduzir a bandeira nacional à frente da delegação. Na Olimpíada de Tóquio, em 2021, os organizadores abriram essa honra para um casal de atletas.

O revezamento da tocha olímpica foi ideia do alemão Theodore Lewald, membro do Comitê Olímpico Internacional, em 1936. O revezamento começa com um corredor grego, que recebe a tocha acesa de uma jovem vestida com uma túnica branca, representando as antigas sacerdotisas gregas. O percurso começa em Olímpia, a 320 km de Atenas.

O último atleta ou cidadão, aquele que acenderá a pira, precisa ser do país organizador. O nome desse personagem é mantido em segredo. Só é anunciado no telão eletrônico segundos antes de ele entrar no estádio olímpico.

A pira fica acesa até o encerramento dos Jogos.

A bandeira olímpica – toda branca, com os anéis entrelaçados – foi idealizada pelo barão Pierre de Coubertin, em 1913. A primeira bandeira, de 3 x 2 metros, foi costurada na loja Bon Marché, em Paris. Sua aparição oficial aconteceu no ano seguinte, mas ela só seria hasteada num estádio na Olimpíada de 1920.

Os anéis representam os continentes (azul, Europa; amarelo, Ásia; preto, África; verde, Oceania; e vermelho, América). Ao criar o símbolo de cada edição dos Jogos, as cidades devem usar os anéis misturados a outros elementos.

Quando uma Olimpíada acaba, a bandeira é recebida pelo prefeito da cidade anfitriã dos Jogos seguintes, ficando lá guardada até os próximos Jogos Olímpicos.

Os atletas prometem, em juramento, honra, boa vontade e esportividade. Atletas e árbitros fazem o juramento segurando a bandeira olímpica. Para diminuir sentimentos nacionalistas, em vez da antiga expressão “honrar nosso país”, hoje se diz “honrar nossa equipe”.

O lema olímpico “Citius, Altius, Fortius” (Mais rápido, mais alto, mais forte) foi idealizado pelo monge francês Henri Didion, amigo do barão de Coubertin, em 1890.

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