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Castrilli, lembra?, é candidato a prefeito em Buenos Aires

17 de maio de 2011

Todo torcedor da Portuguesa  se lembra muito bem do árbitro argentino Javier Castrilli. Na semifinal do Campeonato Paulista de 1998, a  Portuguesa vencia o Corinthians por 2 x 1. No finalzinho do jogo, Castrilli marcou pênalti contra a Portuguesa. Ele viu um toque de mão do  zagueiro César, que tinha simplesmente matado a bola no peito. Freddy Rincón bateu o pênalti, empatou o jogo e o Corinthians, beneficiado pelo empate,  passou para a final do Paulistão. Detalhe: o primeiro gol do Corinthians também havia sido marcado num pênalti discutível. Confira os principais lances da partida:

Por muito tempo, o nome de Castrilli foi usado como sinônimo de erro de arbitragem – principalmente quando beneficiava o Corinthians. Aposentado desde o final daquele ano, Castrilli foi chefe da comissão de arbitragem da Argentina.  Agora ele decidiu investir na carreira política e se candidatou a prefeito de Buenos Aires. Sua principal promessa é aumentar a eficiência da polícia e diminuir a criminalidade na região. Cartazes com a propaganda eleitoral dele estão espalhados por Buenos Aires.

O atual prefeito, Mauricio Macri (na foto abaixo), foi presidente do Boca Juniors de 1995 a 2008. No ano passado, ele chegou a cogitar a candidatura à presidência da Argentina, mas vai tentar se reeleger em Buenos Aires. Durante o mandato de Macri no Boca, o árbitro Javier Castrilli garantiu a inimizade eterna dos xeneizes. Numa partida em 1996, quando o clube perdia de 5 x 1 do Vélez, ele expulsou Maradona, revoltando a torcida.

Mais um político argentino vindo dos esportes é Carlos Reutemann, ex-piloto de Fórmula 1. Ele encerrou a carreira pela Williams em 1982. De 1991 a 1995, foi governador da Província de Santa Fé, vizinha a Buenos Aires. Atualmente, Reutemann está no terceiro mandato como senador.

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5 Comentários

5 Comentários

  1. Douglas Nascimento

    Eu levei a camisa da Lusa em Buenos Aires (levo-a em todas as viagens) e quando vi a primeira campanha dele na cidade tentei descobrir onde encontrá-lo para dizer-lhe algumas “verdades”.
    Infelizmente não o encontrei, mas trouxe um monte cartões vermelhos, que são os santinhos do Castrilli para distribuir entre os amigos da Lusa.
    Vodu não vai faltar pra ele! rsrs

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    • guiadoscurglog

      Se ele fosse candidato a prefeito em São Paulo, teria a votação maciça da torcida corintiana… Em Buenos Aires, não sei, não!

      Responder
  2. Antonio Mier

    O Castrilli teve toda razão.
    O zagueiro César “MATOU” a bola no peito, “crime” punível com penalidade máxima na Argentina.
    E olha que o árbitro foi complacente pois o zagueiro merecia ter sido expulso por tamanha violência com a pobre bola…hehehehehe

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  3. Marcelo Igor

    Roubar é com ele mesmo…
    Que não ganhe nunca esse ladrão!
    LUSA!

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  4. Alan

    Marcelo,
    E os dois gols da Portuguesa impedidos, eu estava no jogo e lembro-me bem, lógico que não foi penalti no César, o que marcou foi que era fim de jogo, mas a arbitragem dele foi confusa do inicio ao fim do jogo.

    Responder

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