- O nome verdadeiro do líder palestino é Mohamed Abdel-Raouf Arafat Al Qudwa Al Husseini. Há controvérsias sobre o local de seu nascimento. Algumas biografias dizem que sua terra natal é Cairo (Egito), mas Arafat afirma que nasceu em Jerusalém em 24 de agosto de 1929.

- A mãe de Arafat morreu quando ele tinha 3 anos.
- Ele estudou engenharia na Universidade Cairo (Egito) e chegou a exercer a profissão no Kwait.
- Foi o fundador do Fatah, grupo que se tornaria o principal elemento da Organização pela Libertação da Palestina. Na época, usava o pseudônimo Abu Ammar.
- Em 1974, ele discursou diante da Organização das Nações Unidas (ONU) e disse que estava carregando um ramo de oliveira (símbolo da paz) e a arma de um combatente da liberdade. Por fim, concluiu: “Não deixem que o ramo de oliveira caia da minha mão”.
- Ele se casou em segredo em 1990 com Suha, filha de uma poetisa e nacionalista palestina de família cristã. A união foi uma grande surpresa porque durante anos Arafat afirmou que permanecia solteiro porque “estava casado com a causa palestina”. O casal teve uma filha, Zahwa, em 1995.
- O líder palestino recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 1994 por sua contribuição ao processo de paz no Oriente Médio. O primeiro ministro de Israel Yitzhak Rabin também foi contemplado naquele ano.
- Em 20 de outubro de 2004, foi internado com dores no estômago. Uma semana depois, um de seus assessores declarou que ele estava “muito, muito doente”. A princípio, os médicos acreditaram se tratar de uma leucemia, mas depois de realizarem uma série de exames declararam que o político tinha uma anomalia sangüínea não identificada. Ele morreu no dia 11 de novembro de 2004 no hospital militar Percy, em Paris (França), vítima de uma falência múltipla dos órgãos.
- O diário britânico The Guardian publicou em 16 de dezembro de 2004 que os restos mortais do líder palestino foram removidos da cova onde estavam, em Ramallah, e reenterrados. A realização do novo funeral teria ocorrido porque a primeira cerimônia não seguiu os preceitos da tradição muçulmana. Os seguidores da religião não sepultam os mortos em caixões, mas sim enrolados em panos brancos.
- O representante da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) Sami Musalam declarou em uma entrevista à agência de notícias EFE que a única distração de Arafat – quando não estava trabalhando – era assistir aos desenhos Tom e Jerry.
