Em 1969, Jim O’connolly dirigiu o filme “O Vale de Gwangi”. Ambientado no final do século XIX, no novo México, “O Vale de Gwangi” colocou, lado a lado, caubóis e dinossauros! O filme é estrelado por James Franciscus, que vive o papel do vigarista Tuck Kirby. O vilão fazia todas as artimanhas para ganhar dinheiro fácil e rápido. ele descobre que a ex-namorada, T.J. (Gila Golan), tem uma atração em seu circo, que poderia garantir uma grande bilheteria para seu show do velho-oeste: um cavalo pré-histórico em miniatura, apelidado de “El Diablo”. o pequeno animal foi encontrado num vale secreto, guardado por ciganos.

El Diablo é resgatado pelos ciganos e devolvido ao vale proibido. Tuck se reúne com um paleontólogo e alguns caubóis e seguem até o vale para recuperar o pequeno cavalo. Ao chegar lá, eles descobrem um mundo pré-histórico perdido no tempo, cheio de criaturas e dominado por um t-rex, que os ciganos chamam de Gwangi.

Tuck logo pensa: se um cavalinho poderia render muito dinheiro, imagine aquela criatura! Seria a maior atração do mundo… ela foi capturada e levada para a cidade, o que parece não ser uma boa ideia. qualquer semelhança com o clássico “King Kong”, de 1933, não é mera semelhança. Willis O’brien desenvolveu a técnica do stop motion (cena filmada quadro-a-quadro, que cria a ilusão de movimento) para “King Kong”. quem produziu os efeitos de stop motion em “O Vale de Gwangi” foi Ray Harryhausen, que teve como mentor Willis O’brien.

Voltando ao enredo do filme, Gwangi resolve escapar do circo e tocar o terror pelas ruas da cidade do velho-oeste. Antes de escapar, o t-rex luta contra um elefante do circo. Na verdade, o orçamento era tão baixo que a produção não conseguiu um elefante de verdade. Coube a Ray Harryhausen animar as cenas da épica batalha. A cena de captura do t-rex, que envolvia stop motion e personagens reais, levou cinco meses para ficar pronta.