Sealand: “país que não existe” completa 50 anos e tem um barão brasileiro

1 de setembro de 2017

Amanhã, 2 de setembro, é dia de festa para os 22 habitantes do Principado de Sealand. O “menor país do mundo”, como os seus poucos moradores o intitulam, não é um país de fato. Não é reconhecido pela ONU nem por nenhuma outra instituição ou nação. Ainda assim, tem bandeira, moeda (Dólar de Sealand), constituição e até um lema: “Do mar, liberdade”. Esse é o nome também do hino, composto em 2001 pelo londrino Basil Simonenko. Ele já foi gravado pela Slovak Radio Symphony Orchestra em 2005 e faz parte de uma série de CDs com hinos nacionais.
A história de Sealand começa na Segunda Guerra Mundial, como uma plataforma para proteger a costa britânica.

Passado o conflito, um excêntrico major inglês se instalou por lá com a família e resolveu declarar um país independente. Nos últimos anos, para sustentar a utopia e manter o país-plataforma de pé, Sealand passou a vender suvenires e títulos de nobreza. Um deles foi parar nas mãos de Ari Ferreira de Abreu, professor universitário de 52 anos que mora em São Paulo. Com um valor que hoje seria equivalente a 120 reais, ele se tornou um Barão de Sealand e ostenta o título com orgulho: “Para onde eu vou eu me apresento como Barão de Sealand. Esse era o nome da minha página no Facebook, mas aí eles tiraram do ar e eu mudei para Barão Ariabreu”, diverte-se. Um título de duque ou duquesa está avaliado hoje em quase 2.500 reais.

Paulistano Ari Abreu é Barão de Sealand, o menor país do mundo

Nessa entrevista, Ari Abreu conta mais curiosidades sobre o “país que não existe”:

Sealand completa 50 anos amanhã. O que a história do país já conta nesse meio século de vida?
Sealand era uma plataforma na foz do Rio Tâmisa construída para defender Londres dos aviões inimigos durante a Segunda Guerra. Quando o conflito acabou, Príncipe Roy [Paddy Roy Bates, que morreu em 2012] invadiu uma das plataformas abandonadas para fazer uma rádio pirata. A Marinha Britânica o colocou para fora. Então ele invadiu outra, antes chamada de Rough Towers, que já estava fora do território britânico, e constituiu ali um país independente, que até hoje é o menor do mundo.

E esse país é reconhecido por algum outro?
Não. Somos chamados de micronação. Um maluco pega uma área que não é de ninguém, diz que é dele e que é um país. Uma vez um alemão tentou tomar aquela plataforma de Príncipe Roy e foi chamado um embaixador alemão para solucionar a questão. Por isso, diz-se que Sealand já foi reconhecida pela Alemanha, mas oficialmente, não.

Todo o território de Sealand corresponde à esta plataforma

Como começou sua história com o país?
Sou professor universitário e estava fazendo uma pesquisa sobre o que eu precisava fazer para me transformar em um nobre. Foi aí que acabei descobrindo Sealand. Em 2006, a plataforma foi atingida por um incêndio e o Príncipe Roy percebeu a necessidade de angariar recursos. Primeiro ele tentou vender o país todo, mas o único interessado [o site The Pirate Bay] não tinha 1 milhão de libras para oferecer. Então Roy passou a vender títulos de nobreza por 30 libras esterlinas mais os custos com o correio. Descobri essa história em 2014. Desde então me apresento como “Barão de Sealand” e pelo menos até hoje nunca encontrei outro brasileiro com o mesmo título.

Como é a vida em Sealand?
A população é de 22 pessoas, já que só a Família Real vai lá com alguma regularidade. O próprio Príncipe Michael Bates, que não liga tanto para Sealand, mora no continente. Eu, por exemplo, nunca fui até lá [o acesso é apenas por barco ou helicóptero]. Mas é uma plataforma que pode abrigar 200 pessoas, então eventualmente temos alguns eventos de grandes empresas lá. Nossa bandeira também foi fincada no topo do Monte Everest por um dos nobres. Em 2012, vencemos um torneio de futebol entre países não reconhecidos pela Fifa. Nossa seleção foi formada por um jornalista britânico que reuniu alguns companheiros da imprensa e da música. O filho do Príncipe jogou também.

A bandeira de Sealand

O país tem uma constituição. O que ela diz?
A constituição de Sealand é inspirada na Declaração Universal dos Direitos Humanos, e prevê ser dever de seus governantes trabalhar em favor da dignidade do ser humano.

Haverá alguma festa para comemorar o cinquentenário?
Eu e todos os outros nobres fomos convidados para um jantar na cidade inglesa de Essex, a mais próxima de Sealand. Quem puder ir até lá terá essa celebração no sábado.

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99 Comentários

99 Comentários

  1. JANE TADEU DA SILVA

    Acredite se quiser, mais um caso bizarro que é verdade mesmo, o Marcelo Duarte consegue encontrar em seu programa histórias jamais imaginada no mundo de hoje que existe, vou compartilhar com a autorização dele no meu face, já vi muitas histórias essa foi uma que me deixou abismado, tem até Príncipe no Pais, enquanto o nosso aqui não é valorizado no BR.

    Responder
  2. JANE TADEU DA SILVA

    Acredite se quiser, mais um caso bizarro que é verdade mesmo, o Marcelo Duarte consegue encontrar em seu programa histórias jamais imaginada no mundo de hoje que existe, vou compartilhar com a autorização dele no meu face, já vi muitas histórias essa foi uma que me deixou abismado, tem até Príncipe no Pais, enquanto o nosso aqui não é valorizado no BR.

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  3. Anônimo

    isto é imaginação de mente vazia e desocupada ;como se adotará ou reconhecerá um país com apenas vinte e duas família ,Aprova é: de que o próprio filho não vive lá e tampouco se importa com esta plataforma .que meramente nunca será reconhecida como país .

    Responder
  4. Anônimo

    isto é imaginação de mente vazia e desocupada ;como se adotará ou reconhecerá um país com apenas vinte e duas família ,Aprova é: de que o próprio filho não vive lá e tampouco se importa com esta plataforma .que meramente nunca será reconhecida como país .

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  5. Matusalém muniz

    Isto é coisa de militar que volta da guerra com a mene totalmente esclerosada e maluco .Como se reconhecerá um país com apena vinte e dois abitante .É como se diz o ditado o mundo esta cheio de malucos .doido de jogar pedras . A prova é : de que nem o filho intitulado nobre ou seja Príncipe mora lá segundo a reportagem ele não se importa com a prata forma intitulado país pelo seu pai maluco .

    Responder
  6. Matusalém muniz

    Isto é coisa de militar que volta da guerra com a mene totalmente esclerosada e maluco .Como se reconhecerá um país com apena vinte e dois abitante .É como se diz o ditado o mundo esta cheio de malucos .doido de jogar pedras . A prova é : de que nem o filho intitulado nobre ou seja Príncipe mora lá segundo a reportagem ele não se importa com a prata forma intitulado país pelo seu pai maluco .

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  7. lindemberg

    foda c essa merd.a

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  8. lindemberg

    foda c essa merd.a

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  9. Ari Abreu

    Sealand não vende títulos: O príncipe concede título às pessoas que fizeram relevantes contribuições para aquele principado

    Responder
  10. Ari Abreu

    Sealand não vende títulos: O príncipe concede título às pessoas que fizeram relevantes contribuições para aquele principado

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  11. luiz francisco martins pelegrino

    achei muito interessante,mas me preocupa de á plataforma ser resistente á uma elevação do mar,e como evacuar todos de uma vez numa emergência,mas acho legal se pudesse faria uma visita ao local com permissão,acho bacana o título de nobreza e tudo que li sobre Sealand o menor país do mundo

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  12. luiz francisco martins pelegrino

    achei muito interessante,mas me preocupa de á plataforma ser resistente á uma elevação do mar,e como evacuar todos de uma vez numa emergência,mas acho legal se pudesse faria uma visita ao local com permissão,acho bacana o título de nobreza e tudo que li sobre Sealand o menor país do mundo

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  13. Ubirajara Lopes

    Sealand uma grande invenção. Esperamos que de certo, já deu ! precisamos de muitas “SEALANDS”.

    Responder
  14. Ubirajara Lopes

    Sealand uma grande invenção. Esperamos que de certo, já deu ! precisamos de muitas “SEALANDS”.

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  15. Rod

    Esse animal é professor universitário…

    Responder
  16. Rod

    Esse animal é professor universitário…

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  17. oliver

    É una aventura utópica,mas futuramente pode tornar-se una realidade.

    Responder
  18. oliver

    É una aventura utópica,mas futuramente pode tornar-se una realidade.

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  19. Anônimo

    Toda agremiação democrática merece respeito!

    Responder
  20. Anônimo

    Toda agremiação democrática merece respeito!

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  21. Henrique Mello

    Toda agremiação democrática merece respeito!
    Com quem busca progresso, qual a maldade?

    Responder
  22. Henrique Mello

    Toda agremiação democrática merece respeito!
    Com quem busca progresso, qual a maldade?

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  23. Anônimo

    Interessante!!! 🙂

    Responder
  24. Anônimo

    Interessante!!! 🙂

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  25. Anônimo

    Tem doido de todos os jeito

    Responder
  26. Anônimo

    Tem doido de todos os jeito

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  27. JOSE ESDRAS

    CADA LOUCO COM SUAS MANIAS !

    Responder
  28. JOSE ESDRAS

    CADA LOUCO COM SUAS MANIAS !

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  29. Vaulber B. Pellegrini

    Um lugar diferente! Gostaria de conhecer!!

    Responder
  30. Vaulber B. Pellegrini

    Um lugar diferente! Gostaria de conhecer!!

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  31. Rubens

    Sençacional, meu respeito e reverencia.

    Responder
  32. Rubens

    Sençacional, meu respeito e reverencia.

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  33. Anônimo

    Coisa pra bobo não?

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  34. Anônimo

    Coisa pra bobo não?

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  35. X burger

    local propício para acolher o Lula..mesmo porque está viúvo e poderá ir sozinho…

    Responder
  36. X burger

    local propício para acolher o Lula..mesmo porque está viúvo e poderá ir sozinho…

    Responder
  37. claudio

    massa a matéria. parabéns

    Responder
  38. claudio

    massa a matéria. parabéns

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  39. Lucas

    HAHAHAHAHAHA MTO BOM!

    Responder
  40. Lucas

    HAHAHAHAHAHA MTO BOM!

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  41. Claudio Marlus Skora

    O texto está equivocado. Meu filho também é Barão de Sealand, assim a chamada deveria ser – Sealand: “país que não existe” completa 50 anos e tem MAIS DE um barão brasileiro

    Responder
  42. Claudio Marlus Skora

    O texto está equivocado. Meu filho também é Barão de Sealand, assim a chamada deveria ser – Sealand: “país que não existe” completa 50 anos e tem MAIS DE um barão brasileiro

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  43. paulo roberto

    Cada um com seu sonho, desde que não prejudique ninguém!!!!

    Responder
  44. paulo roberto

    Cada um com seu sonho, desde que não prejudique ninguém!!!!

    Responder
  45. Felipe

    MENTIRA!!! Eu sou o primeiro Barāo brasileiro de Sealand,tenho registro antes dele! Segue meu nuúmero de registro 1944009805!

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  46. Felipe

    MENTIRA!!! Eu sou o primeiro Barāo brasileiro de Sealand,tenho registro antes dele! Segue meu nuúmero de registro 1944009805!

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  47. Hermes Junio Eller

    Gostei muito que legal.Sou mais um cidadão deste belo pais.Só não pago nenhuma despesa.

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  48. Hermes Junio Eller

    Gostei muito que legal.Sou mais um cidadão deste belo pais.Só não pago nenhuma despesa.

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  49. Eduard Ishakewitsch Junior

    Eu também sou Barso de Sealand.

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  50. Eduard Ishakewitsch Junior

    Eu também sou Barso de Sealand.

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  51. Fabio Lange

    Em São Miguel do Iguaçu também tem um Cartão…. Clodoaldo GHELLERE…

    Responder
  52. Fabio Lange

    Em São Miguel do Iguaçu também tem um Cartão…. Clodoaldo GHELLERE…

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  53. Decio Pedroso

    Acho que eles estão certos. Sealand….

    Responder
  54. Decio Pedroso

    Acho que eles estão certos. Sealand….

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  55. Andrew

    tá mas e como um ‘país’ desses se sustenta? com o imposto de 22 pessoas?

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  56. Andrew

    tá mas e como um ‘país’ desses se sustenta? com o imposto de 22 pessoas?

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  57. Sadeck

    Uai, tem um monte de lordes, ladies, barões e baronesas de Sealand no Brasil. Eu mesmo dei um título de lorde a um amigo de presente.

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  58. Sadeck

    Uai, tem um monte de lordes, ladies, barões e baronesas de Sealand no Brasil. Eu mesmo dei um título de lorde a um amigo de presente.

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  59. José Balan Filho

    Acho que devemos nos divertir com isso. Sem diversão a vida é muito chata. De minha parte sou “Comendador” por algo bem parecido com isso, mas levo tudo na esportiva. Eu mesmo me gozo por ser “comendador”. Acho que rir de si mesmo é ver a vida com uma perspectiva mais correta.

    Responder
  60. José Balan Filho

    Acho que devemos nos divertir com isso. Sem diversão a vida é muito chata. De minha parte sou “Comendador” por algo bem parecido com isso, mas levo tudo na esportiva. Eu mesmo me gozo por ser “comendador”. Acho que rir de si mesmo é ver a vida com uma perspectiva mais correta.

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  61. Anônimo

    Pelo geito a ferrugem vai acabar com o pais se não forem tomadas províncias.

    Responder
  62. Anônimo

    Pelo geito a ferrugem vai acabar com o pais se não forem tomadas províncias.

    Responder
  63. Marco Almeida

    Senhores, Também sou “Barão” por Sealand (micronação), “Barão” de Ordona (micronação) e “Barão” pela Casa Real Von Holleben (Entidade Privada).
    Os Títulos são apenas uma forma de prestígio concedido por autoridades titulares de supostas casas reais e principescas. Eu sou Barão apenas para essas micronações; mas na verdade sou um cidadão comum como qualquer outro brasileiro.
    Meus cumprimentos,

    Responder
  64. Marco Almeida

    Senhores, Também sou “Barão” por Sealand (micronação), “Barão” de Ordona (micronação) e “Barão” pela Casa Real Von Holleben (Entidade Privada).
    Os Títulos são apenas uma forma de prestígio concedido por autoridades titulares de supostas casas reais e principescas. Eu sou Barão apenas para essas micronações; mas na verdade sou um cidadão comum como qualquer outro brasileiro.
    Meus cumprimentos,

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  65. Cassius Argenton Sofiato

    Eu também sou Barão pelo Principado de Sealand. O José Balan Filho disse a verdade. Por isso repito o que ele disse: “Acho que rir de si mesmo é ver a vida com uma perspectiva mais correta”.
    Também estou admirado com tantos nobres de Sealand presentes neste debate.
    Quantos nobres de Sealand existem no Brasil?
    Será que daria para a gente fazer uma festa da nobreza de Sealand?
    Seria muito divertido. KKKkkkKKKkkk

    Responder
  66. Cassius Argenton Sofiato

    Eu também sou Barão pelo Principado de Sealand. O José Balan Filho disse a verdade. Por isso repito o que ele disse: “Acho que rir de si mesmo é ver a vida com uma perspectiva mais correta”.
    Também estou admirado com tantos nobres de Sealand presentes neste debate.
    Quantos nobres de Sealand existem no Brasil?
    Será que daria para a gente fazer uma festa da nobreza de Sealand?
    Seria muito divertido. KKKkkkKKKkkk

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  67. Anônimo

    Cassius Sofiato, eu “conheço” mais quatro barões do Sealand; um bancário, um pastor, um professor e Gestor Público e Palestrante e outro que é oficial do exército. No Brasil há pouquíssimos “nobres” de Sealand, mas na Europa são muitos.
    O título é apenas honorífico, não está mais ligado à terra; é uma dignidade flutuante que pode ser comprado e vendido como propriedade hereditária incorpórea. O Principado de Sealand é uma micronação que há 50 anos que reivindica o reconhecimento da ONU.

    Responder
  68. Anônimo

    Cassius Sofiato, eu “conheço” mais quatro barões do Sealand; um bancário, um pastor, um professor e Gestor Público e Palestrante e outro que é oficial do exército. No Brasil há pouquíssimos “nobres” de Sealand, mas na Europa são muitos.
    O título é apenas honorífico, não está mais ligado à terra; é uma dignidade flutuante que pode ser comprado e vendido como propriedade hereditária incorpórea. O Principado de Sealand é uma micronação que há 50 anos que reivindica o reconhecimento da ONU.

    Responder
  69. Marco Almeida

    Cassius Sofiato, eu “conheço” mais quatro barões do Sealand; um bancário, um pastor, um professor e Gestor Público e Palestrante e outro que é oficial do exército. No Brasil há pouquíssimos “nobres” de Sealand, mas na Europa são muitos.
    O título é apenas honorífico, não está mais ligado à terra; é uma dignidade flutuante que pode ser comprado e vendido como propriedade hereditária incorpórea. O Principado de Sealand é uma micronação que há 50 anos que reivindica o reconhecimento da ONU.

    Responder
  70. Marco Almeida

    Cassius Sofiato, eu “conheço” mais quatro barões do Sealand; um bancário, um pastor, um professor e Gestor Público e Palestrante e outro que é oficial do exército. No Brasil há pouquíssimos “nobres” de Sealand, mas na Europa são muitos.
    O título é apenas honorífico, não está mais ligado à terra; é uma dignidade flutuante que pode ser comprado e vendido como propriedade hereditária incorpórea. O Principado de Sealand é uma micronação que há 50 anos que reivindica o reconhecimento da ONU.

    Responder
  71. Cassius Argenton Sofiato

    Obrigado
    Marco Almeida
    Tomei a liberdade de te adicionar no meu perfil do google+.
    Precisamos arrumar um jeito de reunir todos esses nobres um dia.
    Nem que seja num debate ou grupo virtual.
    Grato.
    Atenciosamente
    Cassius.

    Responder
  72. Cassius Argenton Sofiato

    Obrigado
    Marco Almeida
    Tomei a liberdade de te adicionar no meu perfil do google+.
    Precisamos arrumar um jeito de reunir todos esses nobres um dia.
    Nem que seja num debate ou grupo virtual.
    Grato.
    Atenciosamente
    Cassius.

    Responder
  73. Mirko Hadal

    Isto é a mais perfeita sociedade alternativa! Raul Seixas tentou fazer isso no Brasil, mas ninguem acreditou, e os que acreditaram, não tinham capacitação para levar a ideia em frente. Sealand não é só um micro-país não reconhecido, mas é tambem um simbolo de esperança para a humanidade.

    Responder
  74. Mirko Hadal

    Isto é a mais perfeita sociedade alternativa! Raul Seixas tentou fazer isso no Brasil, mas ninguem acreditou, e os que acreditaram, não tinham capacitação para levar a ideia em frente. Sealand não é só um micro-país não reconhecido, mas é tambem um simbolo de esperança para a humanidade.

    Responder
  75. Mirko Hadal

    Quem não está satisfeito com o mundo e com o que acontece em seu país, tem em Sealand a alternativa de estar fora de qualquer sistema estatal que considere injusto. Essa é a esperança oferecida por Sealand.
    Este país, uma vez reconhecido e com direito de assento na ONU, será uma segurança para todos os que se sentem injustiçados pelo governo e desacreditado do povo do país em que nasceu. Todos os que simpatizam com a existencia de Sealand como país alternativo, devem reivindicar seu reconhecimento junto à ONU. E os requisitos para isso, como uma moeda, um governo, um sistema postal, um território, uma população e um exército, já existem.
    Notem que, no Brasil, existe embaixada de país que oficialmente não existe, a Palestina.
    Ridicularizam Sealand por ter apenas 22 habitantes residentes, mas lembrem-se que, o Vaticano é um país com menos de 900 habitantes, Ilhas Midway (Estado Federado) tem apenas 60 habitantes, e as Ilhas Pictairn com 58 habitantes.

    Responder
  76. Mirko Hadal

    Quem não está satisfeito com o mundo e com o que acontece em seu país, tem em Sealand a alternativa de estar fora de qualquer sistema estatal que considere injusto. Essa é a esperança oferecida por Sealand.
    Este país, uma vez reconhecido e com direito de assento na ONU, será uma segurança para todos os que se sentem injustiçados pelo governo e desacreditado do povo do país em que nasceu. Todos os que simpatizam com a existencia de Sealand como país alternativo, devem reivindicar seu reconhecimento junto à ONU. E os requisitos para isso, como uma moeda, um governo, um sistema postal, um território, uma população e um exército, já existem.
    Notem que, no Brasil, existe embaixada de país que oficialmente não existe, a Palestina.
    Ridicularizam Sealand por ter apenas 22 habitantes residentes, mas lembrem-se que, o Vaticano é um país com menos de 900 habitantes, Ilhas Midway (Estado Federado) tem apenas 60 habitantes, e as Ilhas Pictairn com 58 habitantes.

    Responder
  77. Marco Almeida

    Mirko Hadal,
    Muito me anima as suas belíssimas palavras, são sinceras, são verdadeiras…

    Responder
  78. Marco Almeida

    Mirko Hadal,
    Muito me anima as suas belíssimas palavras, são sinceras, são verdadeiras…

    Responder
  79. Elisabeth

    Descendo de Barões Portugueses e possuo Título de Srs. Condessa por Sealand e, sinceramente, sinto muito orgulho quando tenho que me apresentar como tal, uma vez que essa pequena Nação luta bravamente por sua soberania e seus Governantes possuem uma estrutura política muito bem organizada e voltada para o bem de seus habitantes. O Titulo é apenas honorífico (efectivo) e não faz com que me sinta melhor ou superior a ninguém…apenas…as pessoas quando têm conhecimento desse fato, começam a se comportar de forma estranha em minha presença, mas eu finjo que nem percebo e dou risada pra que tudo corra normalmente e sem constrangimentos.

    Responder
  80. Elisabeth

    Descendo de Barões Portugueses e possuo Título de Srs. Condessa por Sealand e, sinceramente, sinto muito orgulho quando tenho que me apresentar como tal, uma vez que essa pequena Nação luta bravamente por sua soberania e seus Governantes possuem uma estrutura política muito bem organizada e voltada para o bem de seus habitantes. O Titulo é apenas honorífico (efectivo) e não faz com que me sinta melhor ou superior a ninguém…apenas…as pessoas quando têm conhecimento desse fato, começam a se comportar de forma estranha em minha presença, mas eu finjo que nem percebo e dou risada pra que tudo corra normalmente e sem constrangimentos.

    Responder
  81. Tiago

    Sou Barão de Sealand é minha esposa Baronesa.
    Existe algum lugar em que poderíamos relacionar Brasileiros possuidores de títulos de Sealand

    Responder
  82. Tiago

    Sou Barão de Sealand é minha esposa Baronesa.
    Existe algum lugar em que poderíamos relacionar Brasileiros possuidores de títulos de Sealand

    Responder
  83. Jorge

    Eita pessoal para destilar ódio! Vivam e deixem viver.
    Sealand está lá incomodando ninguém. Se os donos querem vender títulos e há quem queira comprar, qual o problema disso? Tudo pode ser visto como seriedade ou uma simples brincadeira, mas é problema de cada um.
    Se um dia eu tiver dinheiro sobrando, vou comprar um título.

    Responder
  84. Jorge

    Eita pessoal para destilar ódio! Vivam e deixem viver.
    Sealand está lá incomodando ninguém. Se os donos querem vender títulos e há quem queira comprar, qual o problema disso? Tudo pode ser visto como seriedade ou uma simples brincadeira, mas é problema de cada um.
    Se um dia eu tiver dinheiro sobrando, vou comprar um título.

    Responder
  85. marcelo

    Bem , como hierarquia é posto.Gastei 2500 e hoje sou duque Sealand , meu certificado chegou ontem assinado pelo príncipe Michel.

    Responder
  86. marcelo

    Bem , como hierarquia é posto.Gastei 2500 e hoje sou duque Sealand , meu certificado chegou ontem assinado pelo príncipe Michel.

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  87. Marco Almeida

    Caro Marcelo, o título de Duque é raríssimo, Lorde são milhares, Barão centenas ou mais, Conde são dezenas e Duque com você são apenas 02. Parabéns S.E. Marcelo, Duque por Sealand.

    Responder
  88. Marco Almeida

    Caro Marcelo, o título de Duque é raríssimo, Lorde são milhares, Barão centenas ou mais, Conde são dezenas e Duque com você são apenas 02. Parabéns S.E. Marcelo, Duque por Sealand.

    Responder
  89. Pedro Figueredo

    Gostaria de um dia me tornar Lord do Principado de SEALAND, no caso como si faz para adquirir-lo? Pois a venda está em Libras Esterlinas. Alguém poderia me dar a dica de como fazer a compra do Título?

    Responder
  90. Pedro Figueredo

    Gostaria de um dia me tornar Lord do Principado de SEALAND, no caso como si faz para adquirir-lo? Pois a venda está em Libras Esterlinas. Alguém poderia me dar a dica de como fazer a compra do Título?

    Responder
  91. Barão Alexandre Tadeu Ferreira

    Melhor se Barão do que gestão adoto de músicas de Pancadao

    Responder
  92. Barão Alexandre Tadeu Ferreira

    Melhor se Barão do que gestão adoto de músicas de Pancadao

    Responder
  93. dvan

    o site de sealand ja nao esta mais no ar….. nao consigo entrar no site……alguem consegue ??

    Responder
  94. dvan

    o site de sealand ja nao esta mais no ar….. nao consigo entrar no site……alguem consegue ??

    Responder
  95. Barão Alexandre Tadeu Ferreira

    E melhor se reconhecido como os outros dizem aí em cima do que curtir hoje em dia uma desgraça de música que se chama de pancadao

    Responder
  96. Barão Alexandre Tadeu Ferreira

    E melhor se reconhecido como os outros dizem aí em cima do que curtir hoje em dia uma desgraça de música que se chama de pancadao

    Responder

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