RODRIGUES ALVES

Desde os tempos de ministro da Fazenda, Rodrigues Alves tinha fama de dorminhoco. Por isso, nas caricaturas, aparecia de camisolão e aos bocejos.

O serviço doméstico do Catete era custeado do próprio bolso do presidente. Algumas vezes, ele pedia o almoço para ele e seus assessores da confeitaria Pascoal e arcava com a conta.

Viúvo aos 43 anos, Rodrigues Alves contava com a filha mais velha, Catita, para cuidar dos afazeres domésticos. Quando ela se casou, em 1904, com Cesário Pereira, oficial de gabinete do presidente, foi substituída por Marieta, a segunda filha.