É um dos nomes que se dá aos mortos-vivos, humanos condenados a assombrar alguns lugares em que viveram depois de sua morte. Pode ser também um negrinho (às vezes confundido com o Saci), que é companheiro de Caipora em Sergipe. Gosta de pedir fumo e bate em quem não o satisfaz. É pequeno, anda pelado. Procura as crianças que vão apanhar frutas silvestres, para desnorteá-las.