Trata-se de mais um animal fantástico do folclore amazônico. É uma onça pintada que tem as patas como um boi. Elas andam sempre em casal. Quando um seringueiro consegue subir em uma árvore para escapar, uma onça monta guarda, enquanto a outra vai comer e dormir. E assim os dois vão se revezando até o homem se esgotar e cair da árvore. Então, ele será devorado.