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As aventuras do Super Dínamo e do Robô-Cópia

24 de junho de 2021

A imigração japonesa no Brasil começou em 18 de junho de 1908, com a chegada do navio Kasato Maru ao porto de Santos, no litoral paulista. Mas foi somente nos anos 1970, com o desenho animado “Super Dínamo”, que as crianças passaram a conhecer os hábitos e costumes japoneses.

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O garoto Mitsuo é o líder do esquadrão Dínamo. Ao seu lado estavam o macaquinho Bobby, chamado de “Número 2”; a garota Parco, a “Número 3”; o garoto Parien, o “Número 4”; e o bebê, o “Número 5”.

Eles receberam um capacete-máscara que dá superforça e uma capa que faz voar. Tem também um distintivo em forma de “P”, que serve de comunicador e permite respirar debaixo d’água. Por que a letra “P”? É que o título original em japonês é “Paa Man”.

A aventura começou em 1967, como mangá, criada por Fujiko Fujio, pseudônimo da dupla Hiroshi Fujimoto e Motoo Abiko. O mangá acabou virando anime, com 54 episódios em preto e branco, de 12 minutos cada um.

No Brasil, “Super Dínamo” foi exibido entre 1973 e 1978.

Mitsuo foi recrutado por um alienígena humanóide chamado Birdman – no Brasil, o nome foi traduzido para Super Homem.

O que as crianças mais curtiam era o Robô-Cópia, um boneco que, ao ser tocado no nariz preto, assumia a identidade daquele que o tocou. O garoto podia sair para suas missões sem que ninguém percebesse a sua falta. Mitsuo aproveitava seu Robô-Cópia para fazer as algumas tarefas que ele não curtia muito, como sua lição de casa.

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