TRATAMENTOS PARA A CALVICE

1550 a.C.
Os egípcios registraram em um papiro a receita de uma beberagem que, segundo acreditavam, fazia crescer os cabelos. Ela continha mel, cebola, óxido de ferro, chumbo, alabastro e gordura de animais.

420 a.C.
Em um de seus escritos, o grego Hipócrates recomendou uma massagem com ópio, rábano, fezes de pombo, beterraba e especiais no couro cabeludo para conter o problema da queda de cabelos.

Século 17
O rei Luís 13 começou a usar perucas para disfarçar a careca. O resto da corte adotou o acessório e ele virou sinônimo de poder.

1800
O fabricante de perucas norte-americano Alexander Barry desenvolveu um produto contra a calvice a base de álcool, óleo de castor e moscas trituradas (Barry’s Tricopherous). O dele foi o mais famoso de uma série de remédios do gênero vendidos na época.

1930
Surgiram diversas máquinas elétricas destinadas a estimular o crescimento dos fios capilares.

1939
Foram realizados no Japão os primeiros transplantes de cabelo.

1980
As botas gravitacionais chegaram ao mercado. Elas possibilitavam que o careca estimulasse a corrente sanguínea na cabeça ficando pendurado por 30 minutos todos os dias.

1988
O minoxidil foi o primeiro medicamento contra a calvície liberado pela Food and Drug Administration (FDA).

1995
Foi lançado um sistema de laser de baixa potência destinado a estimular a circulação sangüínea e o crescimento dos fios.

1998
A FDA aprovou o finasterida, que tinha eficácia em 85% dos tratamentos. Ele bloqueava a produção do hormônio diidrotestosterona (DHT), responsável por fazer cair cabelo.

2005
O laboratório norte-americano Curis desenvolveu um medicamento que interfere na seqüência de reações químicas responsáveis pela comunicação entre as proteínas do organismo e as células. Isto leva à ativação dos folículos capilares inativos e o rejuvenescimento dos ainda saudáveis.

Livro mostra conquistas da humanidade organizadas em linhas de tempo