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Os cachorros mais famosos do cinema e televisão

29 de dezembro de 2012

“O Artista” (2012)

No grande ganhador do Oscar 2012, o Jack Russel Uggie interpreta o cãozinho do ator de Hollywood George Valentin, que entra em crise quando o cinema deixa de ser mudo. Uggie foi o primeiro cão a deixar suas pegadas na calçada do Teatro Chinês, em Hollywood.

“Marley & Eu” (2008)

O “pior cão do mundo” foi interpretado por 22 labradores diferentes ao longo do filme. Dirigido por David Frankel, “Marley & Eu” é uma adaptação para o cinema do best-seller homônimo do jornalista John Grogan.

“Bolt” (2008)

A raça do cãozinho Bolt é um pastor alemão branco. O ator John Travolta emprestou sua voz para o personagem principal da animação. No Brasil, a voz de Bolt foi feita por Mário Jorge Andrade, responsável por dublar vários filmes de John Travolta. Na história, Bolt é um ator canino que interpreta um supercão na televisão. Como nunca saiu dos estúdios, Bolt acha que possui superpoderes de verdade.

“Neve pra Cachorro” (2002)

O filme conta as aventuras do dentista interpretado por Cuba Gooding Jr., que herda um grupo de cães puxadores de trenó do Alasca. O orçamento do filme foi de apenas 33 milhões de dólares, mas, só nas bilheterias americanas, arrecadou mais de 80 milhões.

“MIB –  Homens de Preto 2” (2002)


Frank, o pug alienígena de “MIB – Homes de Preto” (1997), foi interpretado por Mushu. Na sequência, o ator canino já estava com 7 anos. Por isso, ele teve que usar maquiagem para cobrir os pelos já grisalhos em seu focinho.

“Como Cães e Gatos” (2001)


Para gravar as cenas, foram utilizados 100 animais e muitos bonecos articulados. Primeiro era feita a filmagem dos bichos e depois as imagens eram trabalhadas no computador.

“102 Dálmatas” (2000)


Em “102 Dálmatas”, continuação do filme “101 Dálmatas”, o público é apresentado à cachorrinha Albina, que é uma dálmata incomum: não tem pintas. Na verdade, os dálmatas nascem brancos, mas começam a ter pintas com 15 dias de vida. A produção precisou de 285 filhotes para as filmagens. Não foi nada fácil domar as ferinhas: algumas cenas foram repetidas mais de 20 vezes até ficarem boas.

“Quem vai ficar com Mary?” (1999)


Em “Quem vai ficar com Mary” (1998), comédia estrelada por Cameron Diaz, o cachorrinho osso duro de roer chamava-se Puffy. Mas na vida real, seu nome era Slammer.

“Melhor é impossível” (1998)


Ranzinza e cheio de manias, o escritor interpretado por Jack Nicholson em “Melhor é impossível” se apaixona por Verdell, o cachorrinho pertencente a seu vizinho. Verdell foi interpretado por 6 cachorros da raça Griffon de Bruxelas. Seus nomes: Timer, Sprout, Debbie, Billy, Parfait e Jill. Na cena em que o cachorro começa a imitar os passos de Jack Nicholson sobre as fendas da calçada, os produtores concluíram que se colocassem pequenos obstáculos, o animal teria que pular. Eles foram removidos digitalmente da produção.

“Beethoven 2” (1993)


No filme, o São Bernardo atrapalhado foi batizado depois que latiu em aprovação ao ouvir uma música do compositor clássico Beethoven. O título original em inglês da sequência (“Beethoven 2nd”) apresenta um trocadilho intraduzível: “A Segunda de Beethoven”, uma piada com uma obra do compositor. O filme teve mais 4 continuações.

“K9 – Um Policial Bom para Cachorro” (1989)


Koton (Jerry Lee) era, na verdade, um cão policial de Kansas City, Missouri. Em 18 de novembro de 1991, ele levou um tiro e morreu na tentativa de prisão de um suspeito pela morte de um policial. Dez dias antes de sua morte, Koton achou 10 kg de cocaína avaliados em mais de 1,2 milhão de dólares.

“Uma Dupla Quase Perfeita” (1989)


O detetive certinho interpretado por Tom Hanks vai a loucura quando é obrigado a trabalhar com Hooch, um cão babão e bagunceiro. A raça de Hooch, uma das mais antigas da França, é conhecida como Dogue de Bordeaux.

“Cujo” (1983)


Baseado em um livro de Stephen King, o filme conta a história do São Bernardo Cujo, que passa a aterrorizar a cidade depois de contrair uma espécie violenta de raiva. Para fazer os cães São Bernardo atacarem o carro, o treinador colocou os brinquedos favoritos dos animais dentro do veículo. Assim, eles poderiam tentar pegá-los.

“Benji” (1974)


No clássico filme-família, o vira-lata Benji ajuda os habitantes de uma pequena cidade norte-americana a resolver seus problemas.O astro Benji foi dirigido por Joe Camp, seu próprio dono na vida real.

“A Gang dos Dobermans” (1972)


Nome de alguns dos integrantes do elenco canino do filme: Bonnie, Clyde, John Dillinger, Ma Barker, Pretty Boy Floyd e Baby Face Nelson – famosos ladrões de banco americanos.

“O Vigilante Rodoviário” (1960)

Em “O vigilante rodoviário”, série brasileira campeã de audiência que ficou no ar por mais de uma década, o pastor alemão viveu o personagem chamado King. Morreu em 1977, aos 16 anos, na casa de seu dono, o soldado Luís Afonso.

Leia também: 10 curiosidades sobre “O Vigilante Rodoviário”

“Lassie, Volte para Casa” (1943)

Lassie só era fêmea na ficção. Na vida real, o cachorro era um macho chamado Pal, recrutado entre 300 candidatos. O filme revelaria a estrela Elizabeth Taylor, aos 11 anos. Depois da morte de Pal, seu filhote Lassie Junior assumiu o papel. Os netos Spook e Baby também trabalharam nas temporadas da televisão. Depois deles, outros cinco descendentes diretos de Pal foram usados.

“O Mágico de Oz” (1939)


O Cairn terrier que fez Totó, cãozinho de Dorothy, na verdade, era uma cadela, chamada Terry.

“Rin-tin-tin” (1922)


O primeiro Rin-Tin-Tin foi um pastor alemão encontrado no final da Primeira Guerra Mundial, em Lorraine, na França, pelo sargento Lee Duncan. Levado para os EUA com o fim do conflito, o pastor alemão, batizado com o nome de Rin-Tin-Tin estreou nas telas em 1922 e participou de 26 filmes. No auge do sucesso, o cão recebia 10 mil cartas de fãs por semana. O Rin Tin Tin original morreu em agosto de 1932, mas seus descendentes continuaram estrelando os filmes do heroico animal.

Leia também:
Animais na tela do cinema
Animais brilham na cerimônia do Oscar

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3 Comentários

3 Comentários

  1. ROSILENE FRANCO

    Penso que poderia haver uma refilmagem de ¨101 dálmatas¨ e que a produção deveria ser feita pelo Tom Cruise. A crítica sempre tão afiada teria que admitir: ¨ os atores são cachorros mas o produtor é um gato¨.

    Responder
  2. cinhtia santos

    ei queria q tivese mas fotos de cachrros ñ desse

    Responder
  3. Meg

    Faltou o Bandit, o cãozinho fofo do Johnny Quest.
    Ah! E o Astor, dos Jetsons.

    Responder

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