A marca de roupas masculinas nova-iorquina Clothing Arts lançou uma novidade no mercado que cairia bem no corpo dos brasileiros: calças com segurança tripla anti-trombadinha.
CALÇA ANTI-TROMBADINHA
As calças anti-roubo protegem o conteúdo dos bolsos por meio da combinação de três recursos: tecido duplo resistente e à prova de cortes; bolsos fechados com zíper; e camadas extras de tecido por cima do zíper, que podem ser fechadas com um botão. Um dos bolsos, indicado para guardar dinheiro e passaporte, é fechado com três camadas de tecido. Há ainda dois bolsos especiais para celulares e um bolso extra projetado para comportar uma garrafa d’água.

Estão à venda duas linhas das calças super-protetoras: uma para os aventureiros e outra para os homens de negócios. A diferença é basicamente o tipo de tecido. Ambas oferecem todos os recursos anti-roubo, e são à prova de manchas e água. As calças custam US$ 109,95 (modelo aventureiro) e US$ 99,95 (modelo social), e estão disponíveis no site da loja –  por um frete de US$ 25, despacha também para o Brasil. Só as mulheres que ficam de fora: por enquanto, a Clothing Arts fabrica apenas modelos masculinos. No site da loja, há depoimentos femininos: “Ficam largas e são muito pesadas para mulheres”.

A iniciativa da Clothing Arts é inovadora, mas a tentativa de enganar batedores de carteira não é inédita. Em 2010, foi lançada a Wallets2Wear, um bracelete estilizado que esconde uma carteira em sua parte interior. É uma solução estilosa para quem costuma esconder dinheiro no sapato quando sai para a balada.
Wallets2Wear,
As carteiras foram feitas em vários modelos, tecidos e cores – desta vez, tanto para homens como para mulheres. A proposta de todas elas era a mesma: trazer um compartimento “secreto” que pudesse acomodar um cartão de crédito, carteira de identidade, dinheiro, chave e, eventualmente, até um batom. Os preços iam de US$ 12 (modelo esportivo) a US$ 150 (modelo estilizado com pérolas). A ideia é ótima, mas não se anime: a loja online – que também despachava para o Brasil – durou pouco mais de um ano. Fechou as portas em junho de 2011.