Em 1500, o pau-brasil era abundante na mata atlântica, do litoral do Rio Grande do Norte até o do Rio de Janeiro. Os índios a chamavam de ibirapitanga (“árvore vermelha” em tupi). De seu tronco eles extraíam tinta vermelha para pintar o corpo. O nome dado pelos portugueses vem de bersil, que significava “brasa” no português da época.

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