BRUNO E MARRONE

  • José Roberto Ferreira é mais conhecido como Marrone. Ele também é de Goiânia, e nasceu em 9 de novembro de 1970.
  • O apelido de Marrone foi inspirado na série de TV “Kate Marrone”. No programa, Kate era uma policial durona.
  • Antes de se juntar a Marrone, Bruno fez dupla com o primo Ricardo. Eram Vinícius e Ricardo.
  • Eles começaram tocando em bares e bordéis. Seu repertório era formado por músicas bregas dos anos 1970.
  • Como eles eram desengonçados no palco, a segunda gravadora da dupla, a Abril Music, sugeriu aos artistas que se apresentassem sentados. No início, a dupla aceitou a sugestão.
  • A versão em DVD de “Acústico Ao Vivo” foi o primeiro DVD de música no Brasil a vender mais de 50 mil cópias. Por isso, a dupla foi premiada com o primeiro DVD de ouro do País.
  • Em 18 de setembro de 2002, na cerimônia do Grammy Latino, Bruno e Marrone ganharam o prêmio de Melhor Álbum Sertanejo, com “Acústico Ao Vivo”.
  •  A dupla é natural de Astorga (PR). José Lima Sobrinho (Chitãozinho) é o mais velho. Nasceu em 5 de maio de 1954. Seu irmão, Durval Lima (Xororó), veio ao mundo em 30 de setembro de 1957.
  • O pai dos músicos, Marinho, também era cantor e compositor. Ele e a esposa, Araci, formavam uma dupla.
  • No início de carreira, se chamavam Irmãos Lima. Costumavam se apresentar em feiras e festas juninas.
  • Seus nomes artísticos vieram de uma música de Athos Campos e Serrinha que contava a história de dois pássaros chamados “inhambu-xintã e inhambuxororó”.
  • Antes de se tornarem famosos, participaram dos programas Show de Calouros, exibido pelo canal SBT e apresentado por Silvio Santos, e do Cidade Sertaneja, na TV Bandeirantes.
  • Foi a primeira dupla a combinar a música sertaneja tradicional com instrumentos elétricos.
  • Seu primeiro disco, “Galopeira”, foi lançado em 1970.
  • O grupo inglês Bee Gees participou da gravação do disco “Nascemos pra Cantar”, em 1991.
  • Xororó é pai dos cantores Sandy e Junior.
  • Em 2000, a ex-mulher de Chitãozinho, Adenair, participou do programa da apresentadora Hebe Camargo. Ela declarou que a atual esposa do cantor, Márcia Alves, era a culpada pelo fim de seu casamento de 25 anos. Hebe tomou partido da convidada e chamou Márcia de Capitu (personagem da novela global Laços de Família que trabalhava como prostituta). Chitãozinho processou Hebe pela ofensa.

Leandro e Leonardo

Antes de se dedicarem à música, eles trabalharam em uma plantação de tomates.

Na década de 1970, Leandro foi vocalista da banda Os Dominantes. O grupo tocava músicas dos Beatles e Roberto Carlos.

A dupla gravou seu primeiro disco com o dinheiro que receberam de prêmio por ganharem um programa de calouros.

Leandro morreu em 1998, vítima de um câncer raro na coluna.

Pena Branca e Xavantinho

  • O primeiro nome da dupla era Peroba e Jatobá. Depois, mudaram para Zé Miranda e Beira Mar e Xavante e Xavantinho. Este último foi escolhido em homenagem a tribo indígena brasileira. Em 1970, durante um festival promovido pela Rádio Cometa, um cantor os procurou dizendo que já havia registrado o nome Xavante. Por isso, decidem mudar novamente e adotam Pena Branca, que batizava um trio musical do qual participaram.
  • Participaram em 1980 do Festival MPB Shell promovido pela rede Globo. A música Que terreiro é esse? ficou entre as finalistas. Na apresentação, contaram com o acompanhamento de 16 violeiros da Orquestra de Guarulhos.
  • A dupla ganhou cinco prêmios Sharp.
  • Em 1982, gravaram a música Cio da Terra, de Milton Nascimento e Chico Buarque, no álbum Uma Dupla Brasileira. A versão fez tanto sucesso que acabou chamando a atenção de Milton, que aceitou dividir o paco com os violeiros no programa Som Brasil, da rede Globo.

Teodoro e Sampaio

  • Aldair Teodoro da Silva e Alcino Alves de Freitas começaram a cantar juntos na década de 1980. Um de seus primeiros sucessos foi Alô, Mulherada (?Alô, mulherada encalhada / Separada, desquitada / Que arranha o azulejo / Se precisar de um cheiro no cangote / Tô pronto para dar o bote?).
  • Eles fazem em média 140 shows por ano.
  • Todo o dinheiro que ganham é investido em imóveis e fazendas. Teodoro é criador de gado de elite.
  • O cantor também possui uma coleção com 100 chapéus e 300 bonés.

Zezé di Camargo e Luciano

Em 1975, Mirosmar di Camargo, o Zezé, formou com Imeval a primeira parceria com um irmão: a dupla Camargo e Camarguinho. Depois de um acidente de carro, Zezé ficou 2 dias em coma e Imeval morreu na hora.

Após 3 anos afastado da música, Zezé montou a dupla Zezé e Zazá, com um amigo de Goiânia, mas não fez sucesso.

Então juntou-se a outro irmão, Welson, rebatizado na dupla de Luciano.

Francisco, o pai de Zezé, trabalhou como lavrador, servente, pedreiro e mestre de obra.

A dupla tem outros seis irmãos. Walter é gêmeo de Wellington, que compõe e canta música gospel. Marlene também é cantora evangélica. Werley faz parte da dupla sertaneja Cleiton e Camargo. Maria Lucier, cujo apelido é Lucielly, é atriz. Há ainda Emanoel, que cuida dos negócios da família.

A música “Solidão”, um dos grandes sucessos de Leandro e Leonardo, foi composta por Zezé. Ele havia escrito a música para Amado Batista. Chitãozinho e Xororó, Sula Miranda e Maria Bethânia também gravaram músicas do cantor.

O nome artístico de Luciano deveria ser Lucian. A esposa de Zezé, Zilú, o sugeriu porque soava bem ao lado do nome do marido.

Pouco antes de lançarem seu primeiro disco, em 1991, a dupla deixou uma fita com a música “É o Amor” nas rádios de Goiânia, Goiás. O pai dos cantores comprava todas as semanas 500 fichas telefônicas, distribuía pela vizinhança e pedia que as pessoas ligassem pedindo a canção. Em 15 dias, ela alcançou o topo das paradas da cidade. O álbum acabou vendendo mais de 1 milhão de cópias.

Em 3 de março de 2005 o dono de um bar em Orlando, Estados Unidos, quase impediu Zezé Di Camargo de beber. Ele achou que o cantor fosse menor de idade e, portanto, não poderia tomar drinques alcoólicos. Zezé precisou apresentar seus documentos.

Em 19 de agosto de 2005, estreou o filme “Dois Filhos de Francisco”, que conta a história da dupla. A direção do longa é de Breno Silveira e a trilha sonora, de Caetano Veloso.

A dupla foi atacada publicamente pela ex-mulher de Luciano por causa do filme. Antônia Loiola Costa não gostou de ter sido retratada no filme como mulher infiel, e chegou a ir em um programa de televisão para dizer que o ex-marido era homossexual. Luciano negou as afirmações, e a dupla processou Antônia por isso.