1. Na Roma Antiga, um homem casado podia ter relações sexuais com escravas, prostitutas, divorciadas e viúvas. Mas nunca com virgens e casadas. Algumas mulheres casadas se registravam como prostitutas para escapar da proibição. Mesmo se fosse descobertas, não eram punidas.
  2. Em 1490, as prostitutas andavam pelas ruas de Roma, na Itália, em companhia de sacerdotes. A explicação é simples. A cidade, que era habitada essencialmente por homens, tinha cerca de 7 mil “mulheres públicas”. Elas se alojavam em casas pertencentes a mosteiros e igrejas, por isso ficavam amigas dos padres da “cidade eterna”.
  3. Na Roma antiga, as prostitutas eram conhecidas como lupae (lobas, em latim). Explica-se: elas tinham o hábito de chamar a atenção de seus clientes imitando uivos de lobo. As mais solicitadas eram aquelas que depilavam a região genital. O programa com uma prostituta era acessível até mesmo para os mais pobres da sociedade romana. O preço variava entre 2 e 16 asses, o que correspondia ao valor de um copo de vinho ou de um pão. As prostitutas mais disputadas pelos ricos, no entanto, chegavam a pedir 40 mil asses.
  4. Os romanos colocavam a mão direita nos testículos na hora de fazer um juramento.
  5. A palavra “fornicar” veio do latim fornicare. Na antiga Roma, fornicare era o nome de um quarto alugado para uma noite de prazer. Era ali que as prostitutas atendiam seus clientes.
  6. Preocupado com a baixa taxa de natalidade, o imperador Augusto determinou que as viúvas deviam se casar, no máximo, em dois anos, e as divorciadas, em um ano e meio.
  7. Os xingamentos mais frequentes usados pelos cidadãos romanos eram: paedicabo te (vou comer teu c…) e irrumabo te (chupa o meu p…).
  8. Quem assistiu ao filme “Gladiador” certamente não sabia dos efeitos afrodisíacos da arena. No livro “A Arte do Amor”, escrito há cerca de 2 mil anos, Ovídio observa que as mulheres ficavam mais dispostas e atenciosas quando viam os gladiadores disputando a vida no meio das feras. Um estudo científico confirmou o efeito desta descarga de estimulante cardíaco. Uma injeção de adrenalina pode levar alguém a se sentir apaixonado por qualquer pessoa atraente que esteja perto.

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