Escanteio
Quando um jogador do time defensor toca a bola antes dela sair pela linha de fundo, as regras determinam a cobrança de escanteio, que consiste no chute dado por atacante de um dos cantos do campo.

Gol-average
Trata-se de um critério de desempate que já foi muito usado no futebol e que anda em desuso. Calcula-se o gol-average dividindo o número de gols marcados pelo número de gols sofridos.

Gol olímpico
O primeiro gol feito em uma da cobrança de escanteio foi marcado por Cesáreo Onzari, da seleção Argentina, durante um amistoso contra o Uruguai. Naquele ano, os uruguaios haviam sido consagrados campeões olímpicos de futebol. É por isso que o golaço do ponta-esquerda acabou sendo batizado de olímpico.

Meia-lua
Ela delimita a distância que os jogadores devem observar em relação à bola no momento da cobrança de um pênalti. Ou seja: 9,15 metros, que é exatamente o raio de uma circunferência traçada a partir da marca do pênalti. A meia-lua da grande área é a parte visível dessa circunferência.

Morte súbita
É uma maneira de desempatar a partida. Na prorrogação, quem marcar o primeiro gol ganha. Tem o objetivo de encurtar a prorrogação e evitar a decisão por pênaltis.

Obstrução
É uma infração em que o jogador impede que o adversário alcance a bola, empregando para isso os braços ou o corpo. A partir de 1951, o juiz passou a punir essa falta com tiro livre indireto, mesmo quando cometida dentro da área.

Tiro de meta
É uma forma de reiniciar o jogo quando um jogador do time atacante ou o goleiro da equipe defensora, estando em sua área de gol, tocar na bola antes dela ultrapassar a linha de fundo. A cobrança do tiro de meta é feita somente pelo goleiro, de dentro de sua área.

Tiro livre
É a penalidade aplicada em caso de falta. O jogador chuta a bola parada direta (tiro livre direto) ou indiretamente (tiro livre indireto) para o gol, conforme a infração cometida.

Zebra
No futebol, a “zebra” acontece quando um resultado inesperado dá as caras — um time pequeno goleia um grande, por exemplo. A expressão surgiu em julho de 1964, antes de uma partida entre a Portuguesa do Rio de Janeiro e o Vasco pelo Campeonato Carioca, no estádio das Laranjeiras. Segundo o jornalista Celso Unzelte, antes do jogo o técnico do time pequeno, Gentil Cardoso, disse: “Se meu time vencer hoje vai ser como dar zebra na cabeça no jogo do bicho”. O detalhe é que não havia zebra no jogo do bixo, e Cardoso sabia bem disso. A partida terminou 2 a 1, vitória da Portuguesa.

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Livro reúne escudos de times do mundo inteiro.