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Histórias e curiosidades dos Jogos Olímpicos Rio-2016 de A a Z

22 de agosto de 2016

Os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro terminaram ontem, mas já estou com saudade – e, sim, foram o maior sucesso. Nas duas Olimpíadas passadas, trabalhando pela ESPN-Brasil, contei histórias e curiosidades dos Jogos nas séries “Pequim de A a Z” e “Londres de A a Z”. Para não perder essa minha marca registrada, o Blog do Curioso apresenta agora uma retrospectiva – de A a Z – com o que de melhor aconteceu na Cidade Maravilhosa entre os dias 3 e 21 de agosto.


Abertura
Com quase 4 horas de duração, a Cerimônia de Abertura surpreendeu o mundo. A reação na imprensa nacional e internacional foi totalmente positiva e o show realizado no Maracanã entrará para a história como um dos melhores da história. Um dos momentos mais marcantes foi o desfile da modelo Gisele Bündchen por uma “passarela imaginária” de 128 metros, ao som de “Garota de Ipanema”. A tradicional entrada dos atletas teve 206 delegações. Vanderlei Cordeiro de Lima, bronze na maratona nos Jogos de Atenas (2004), foi o responsável por acender a pira olímpica. Os organizadores prometeram presentear Vanderlei com a tocha que acendeu a pira. Vanderlei tomou outra rasteira: a organização colocou a tocha à venda no site que está leiloando objetos dos Jogos.

Brasil
Conseguiu sua melhor participação na história dos Jogos com 7 medalhas de ouro e 19 no total (6 pratas e 6 bronzes), batendo os recordes de Atenas (2004, 5 ouros) e Londres (2012, 17 medalhas). Apesar do decepcionante desempenho da natação (apenas um bronze na maratona aquática com Poliana Okimoto), o Brasil fez valer sua tradição em esportes como judô (1 ouro e 2 bronzes), vôlei (1 ouro na quadra e 1 ouro e 1 prata na praia) e iatismo (1 ouro). E ainda vieram medalhas inesperadas no salto com vara (1 ouro) e na ginástica (2 pratas e 1 bronze).

Ciclismo de estrada
Uma das provas mais emocionantes dos Jogos. Realizada logo no primeiro dia, a disputa já se aproximava das seis horas de duração quando os quatro líderes – o britânico Thomas, o italiano Nibali, o australiano Porte e o colombiano Henao – se envolveram em um enorme acidente na descida da Vista Chinesa que os tirou da briga por medalha. Os 240 km, percorridos em 6 horas e 10 minutos de prova, não foram suficientes para separar o polonês Majka, o belga Van Avermaet e o dinamarquês Fulgsang, que chegaram juntos à reta final. Na hora do sprint decisivo, Majka perdeu fôlego e ficou com o bronze. Van Avermaet levou o ouro e Fulgsang, a prata. Na prova feminina, com 137 km, o acidente com a holandesa Annemiek van Vleuten, também na descida da Vista Chinesa, assustou. Ela liderava a prova e chegou a ficar internada na UTI. Felizmente nada de mais grave aconteceu.

Diego Hipólito
Favorito à medalha nos Jogos Olímpicos de Pequim (2008), Diego perdeu o equilíbrio e foi para o chão, ficando sem qualquer chance de subir ao pódio. Em Londres (2012), nova queda. Desta vez, no Rio, em uma apresentação impecável, Diego Hipólito deu a volta por cima e faturou a medalha de prata na prova do solo. E para completar o companheiro de Time Brasil, Arthur Nory, ficou com o bronze. Na prova das argolas, o então campeão olímpico Arthur Zanetti levou a prata.

Diego Hypolito foi medalha de prata no Rio

Estados Unidos
Sobraram na liderança do quadro de medalhas: foram 46 ouros, 19 a mais que a Grã-Bretanha, segunda colocada. No total de medalhas, foram 121, 51 a mais que a China, segunda que mais vezes subiu ao pódio. Foi a melhor participação do “Team USA” fora do país na história dos Jogos – as duas melhores campanhas foram em edições nos Estados Unidos, em St. Louis (1904, 76 ouros e 231 medalhas) e Los Angeles (1984, 83 ouros e 174 medalhas).

Fehaaid Al-Deehani
Nascido no Kuwait, país suspenso dos Jogos pelo Comitê Olímpico Internacional, ele competiu pela equipe de Atletas Independentes e faturou o ouro na prova da fossa dupla, no tiro esportivo. Foi a primeira vez que um Independente recebeu uma medalha de ouro (a equipe somava uma prata e dois bronzes, todas conquistadas no tiro esportivo nos Jogos de Barcelona em 1992). Na cerimônia de premiação foi hasteada a bandeira do COI e executado o hino olímpico.

Grã-Bretanha
Em 1996, a Grã-Bretanha terminou os Jogos de Atlanta em 36º lugar com apenas uma medalha de ouro (mais oito de prata e seis de bronze). No Rio, alcançou a vice-liderança no número de ouros, ultrapassando a China, favorita ao segundo posto. O “Team GB” conquistou três medalhas a menos que os chineses (70 x 67), mas um ouro a mais (27 x 26). Foram outras 23 medalhas de prata e 17 de bronze.

Hermanos
Além do Brasil, outros dois países da América do Sul podem comemorar muito o desempenho nos Jogos. A Argentina conseguiu sua melhor participação desde 1948. Os argentinos não conquistavam três ouros desde aquela edição dos Jogos e alcançaram o feito com as vitórias da judoca Paula Pareto, dos velejadores Lange e Carranza Saroli, e do surpreendente time de hóquei sobre grama masculino – a expectativa pelo primeiro ouro do país no hóquei estava toda depositada nas “Leonas”, como é apelidado o time feminino, que caiu nas quartas de final. Para fechar, ainda teve uma prata no tênis com Juan Martin Del Potro, cuja carreira esteve ameaçada por causa de lesões. Já a Colômbia saiu dos Jogos com mais de um ouro pela primeira vez na história. Foram três: Oscar Figueroa Mosquera e Catarine Ibaerguen no levantamento de peso, e Mariana Pajón, primeira bicampeã olímpica do país, no BMX. Os colombianos ainda levaram duas pratas e três bronzes. Os outros países sul-americanos saíram “zerados” do Rio, mas essa, ainda assim, foi a melhor participação sul-americana na história dos Jogos. Para completar, Porto Rico, na América Central, conseguiu seu primeiro ouro em toda a história – com Monica Puig, no tênis feminino.

Isaquias Queiroz
Foi na canoagem que Isaquias Queiroz entrou para a história como o primeiro brasileiro a vencer três medalhas em uma mesma edição dos Jogos. O feito foi alcançado depois de duas medalhas de prata (no C1 500m e no C2 1.000m, esta ao lado do parceiro Erlon de Souza) e uma de bronze, na C1 200m. Se o ouro não veio, outro baiano, Robson Conceição, resolveu o problema e subiu ao lugar mais alto do pódio no boxe. Foi o primeiro ouro do boxe brasileiro.

Joseph Schooling
Em 2008, Joseph Schooling, então aos 13 anos, foi a Pequim assistir aos Jogos Olímpicos e teve a sorte de encontrar seu ídolo, o nadador americano Michael Phelps, vencedor de oito medalhas de ouro naquela edição dos Jogos. Oito anos depois, Joseph venceu os 100m borboleta e conquistou a primeira medalha de ouro da história de Cingapura. O segundo colocado? O próprio Michael Phelps (empatado com o sul-africano Chad Le Clos e o húngaro Lazlo Cseh). Foi a única prova que o maior medalhista da história dos Jogos perdeu no Rio de Janeiro. A foto que o menino Schooling tirou ao lado de Phelps em 2008 bombou nas redes sociais.

Kelmendi
A judoca Majilinda Kelmendi participou dos Jogos Olímpicos de Londres em 2012. Foi eliminada na segunda rodada competindo pela Albânia. Dois anos depois, o seu país de fato, o Kosovo, alcançou o reconhecimento do Comitê Olímpico Internacional (desde 2008 a independência do país da Sérvia é reconhecida por parte dos países membros da ONU). Bicampeã mundial, ela teve a honra de ser a porta-bandeira na primeira participação kosovar na história dos Jogos. E de quebra ainda foi medalha de ouro na categoria até 52kg. Veio do judô, com Kelemendi, a primeira (e até aqui única) medalha da história do Kosovo. Além de Kosovo e dos já citados Cingapura e Porto Rico, outros seis países venceram uma competição pela primeira vez: Bahrein, Costa do Marfim, Jordânia, Tajiquistão, Vietnã e Fiji. Ao todo, 87 países saíram do Rio com pelo menos uma medalha, recorde na história.


Lochte
Apesar do ouro no 4x200m na natação, Ray Lochte foi o grande perdedor dessa Olimpíada. No domingo, dia 14 de agosto, ele afirmou à emissora americana NBC ter sido assaltado junto a outros três nadadores americanos. No mesmo dia, o Comitê Olímpico Norte-Americano enviou uma mensagem ao COI negando o fato. As contradições do depoimento dos nadadores, que já causavam desconfiança, se somou a um vídeo publicado pelo jornal britânico Daily Mail. Nele, Lochte e companhia são vistos chegando aos risos na Vila Olímpica na madrugada do suposto assalto. Na quinta-feira, enfim, um vídeo mostrou os nadadores brigando com um segurança de um posto de gasolina. Alcoolizados, eles teriam depredado o banheiro do posto e acabaram ameaçados por um segurança, que exigia o ressarcimento dos estragos. Foram indiciados por falsa comunicação de crime. Lochte deve sofrer punições por parte do Comitê Olímpico Norte-Americano e já teve seu contrato com a Speedo rescindindo.

Michael Phelps
Indiscutivelmente o maior atleta olímpico de todos os tempos. Ele chegou ao Rio com 18 medalhas de ouro, duas de prata e duas de bronze. E aqui, mesmo em sua última Olimpíada, não decepcionou: subiu ao lugar mais alto do pódio cinco vezes e ainda levou uma prata para se tornar um dos mitos da história do esporte. Agora órfãos das medalhas de Phelps, os americanos tem uma grande candidata a assumir o posto deixado pelo maior fenômeno da história da natação: Katie Ledecky, aos 19 anos e em sua primeira Olimpíada, já conquistou quatro medalhas de ouro e uma de prata. E ainda tem Lilly King, também com 19 anos, com mais dois ouros.

Nikki Hamblin e Abbey D’Agostinho
A neozelandesa corria a prova dos 5.000m no Estádio Olímpico e caiu. A americana Abbey D’Agostinho veio atrás, não viu, tropeçou e também foi para o chão. As duas ficaram caídas por um tempo, mas se levantaram e foram até o fim, mesmo bastante machucadas.

Oromo
A etnia Oromo ganhou destaque mundial no último dia dos Jogos Olímpicos. O corredor da Etiópia, Feyisa Lelia, depois de levar a medalha de prata na maratona masculina, fez um apelo impactante: “Se eu voltar para o meu país, posso ser morto ou preso. O governo etíope persegue os 15 milhões de Oromos que existem no país, os obrigam a deixar suas terras, os matam”. Os Oromos são alvos de uma guerra propagada pelo Governo Amhara, que administra o país desde os anos 1970.

Protestos
Desde os primeiros dias das Olimpíadas pipocaram faixas e cartazes com protestos de cunho político nos palcos das competições – a grande maioria pedindo a saída do presidente interino Michel Temer. Também começaram a surgir registros de espectadores expulsos das arenas por causa desse tipo de manifestação. A Lei Olímpica do COI impede que haja manifestações de qualquer tipo através de faixas, cartazes ou bandeiras por parte dos torcedores. Uma liminar considerou a medida inconstitucional e os protestos voltaram às arenas até o fim dos Jogos.

Quase
Além das 19 medalhas, o Brasil comemorou outros bons resultados nos Jogos, como o 4º lugar de Caio Bonfim na marcha atlética, o 5º de Flávia Saraiva na barra de equilíbrio e de Francisco Barreto Júnior na barra fixa, ambos na ginástica artística, além dos esportes coletivos: vôlei e handebol femininos passaram em 1º lugar nos seus grupos, mas caíram nas quartas de final; o futebol feminino conquistou o país, mas acabou em 4º; o polo aquático e o handebol masculinos caíram nas quartas de final fazendo jogo duro contra adversários tradicionais (Croácia e França, respectivamente); e, por fim, Hugo Calderano, que chegou às oitavas de final do tênis de mesa, melhor resultado brasileiro na história do esporte (igualando Hugo Hoyama em 1996).

Rio de Janeiro
Os 800 mil turistas que foram ao Rio e os bilhões que viram os Jogos pela TV receberam belas imagens de cartões postais como o Cristo Redentor, a Baía de Guanabara, a praia de Copacabana e o Maracanã. Além disso, teve muito samba – com direito a um baile de marchinhas e um show de sambas-enredo no fim da Cerimônia de Encerramento – e até polêmica envolvendo um dos orgulhos cariocas: o Biscoito Globo. O jornalista norte-americano David Segal avaliou o biscoito como “sem graça, assim como toda a culinária do Rio de Janeiro”.

Silvas
Um dos sobrenomes mais comuns do Brasil, o Silva brilhou nas Olimpíadas. Primeiro com Rafaela Silva, a judoca vinda da Cidade de Deus, que sofreu ofensas racistas no Twitter depois de ter sido eliminada nos Jogos de Londres (2012). Ela conquistou a primeira medalha de ouro brasileira nos Jogos do Rio. Depois, com Rafael Silva, o Baby, que também no judô repetiu o feito de Londres e levou o bronze. Por fim, Thiago Braz Silva, contrariando todos os prognósticos, levou um inesperado ouro no salto com vara.

Teddy Riner
O bronze era o limite para Rafael Silva pois, em seu caminho, nas quartas de final, estava o francês Teddy Rinner. Imbatível, ele chegou ao bicampeonato olímpico na categoria acima de 100kg. Mais impressionante que isso: não perde uma luta desde 2010. Ele passou por toda essa campanha nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro sem sofrer um golpe sequer. As únicas pontuações que os seus adversários marcaram foram de “shidôs”, o cartão amarelo que decide o vencedor em caso de empate.

Usain Bolt
O maior corredor de todos os tempos chegou ao Rio sambando e fazendo festa. Nas pistas, se despediu dos Jogos Olímpicos repetindo o que já havia feito em 2008 e 2012: foi campeão nos 100m rasos, nos 200m rasos e no revezamento 4x100m. E nas três com uma enorme facilidade. Em toda a carreira, só perdeu uma final de Olimpíadas ou Mundial. Foi em 2011, no Mundial de Daegu (Coreia do Sul), quando queimou a largada e foi desclassificado. O “Raio” é mais um a entrar para a lista dos mitos do esporte depois dos Jogos do Rio.

Vaias
Durante os Jogos, a imprensa e os atletas repercutiram negativamente o costume brasileiro de vaiar atletas adversários – especialmente em competições onde não há o enfrentamento direto, como a ginástica. Mas ninguém foi mais vaiado que o francês Renaud Lavillenie. Favorito no salto com vara, ele se viu em uma improvável disputa com o brasileiro Thiago Braz pelo ouro. Por isso, era vaiado a cada tentativa. Indignado, protestou após o fim da prova (onde foi derrotado) e se comparou a Jesse Owens – o corredor negro norte-americano que calou a Alemanha nazista ao vencer os 100m rasos nos Jogos de Berlim, em 1936. A péssima repercussão das declarações fez Lavillenie ser vaiado ao subir ao pódio, no dia seguinte. Segurando o choro, ainda contou com o apoio de Thiago, que pediu aplausos, mas não foi atendido. O presidente do COI, Thomas Bach, repreendeu a postura dos brasileiros. Por fim, na Cerimônia de Encerramento, foi a vez do prefeito Eduardo Paes ser vaiado no Maracanã. Antes dos Jogos, ele confessou ter brincado com o presidente interino Michael Temer: “A vaia da abertura é sua, a do encerramento é minha”. Acertou.

Thiago Braz consola Lavillenie após a final do salto com cara

W/Brasil
A primeira medalha do Brasil nos Jogos veio logo no primeiro dia: a prata de Felipe Wu na Pistola de Ar 10m do Tiro Esportivo. O garoto que aprendeu a atirar na garagem de casa abriu caminho para a melhor campanha brasileira na história dos Jogos. Já o inédito ouro olímpico do futebol masculino brasileiro pode até ter vindo com o gol de Neymar, mas é também mérito de Weverton. O goleiro do Atlético Paranaense, convocado na semana da estreia por causa da lesão de Fernando Prass, só foi sofrer seu primeiro gol na decisão contra a Alemanha. Talvez fosse parte do roteiro que o consagraria na última cobrança por pênaltis dos alemães, com uma defesa que deu a Neymar a chance de cobrar o pênalti decisivo. O último W do Brasil nessas Olimpíadas é o de Wallace. Impecável no mata-mata, ele comandou a Seleção Masculina de Vôlei rumo ao tricampeonato olímpico. Mortal nos ataques e eficiente nos bloqueios, foi escolhido o melhor oposto dos Jogos.

Xenofobia
No início dos Jogos, o COI tentou transportar atletas libaneses e israelenses no mesmo ônibus, mas a rivalidade histórica entre os dois países fez com que os libaneses se recusassem a entrar no veículo. Mas a grande demonstração de xenofobia e antissemitismo dos Jogos veio no judô: ao final da luta pela categoria acima de 100kg, o egípcio Islam El Shebaby se recusou a cumprimentar o vencedor da luta, o israelense Or Sasson. Bastante vaiado pelo público, ele foi desligado da delegação por causa da atitude.

Yane Marques
A porta-bandeira do Brasil na Cerimônia de Abertura e medalhista de bronze nos Jogos de Londres (2012) não foi muito bem na prova do Pentatlo Moderno. Em 23º lugar, teve a segunda pior participação de um porta-bandeira brasileiro nos Jogos – o recorde negativo ainda é de Joaquim Cruz, 44º nos 800m dos Jogos de Altanta (1996).

Zika
Antes dos Jogos começarem, a goleira da equipe de futebol norte-americana Hope Solo postou uma foto nas redes sociais com um “kit anti-zika”. Temendo a contaminação em terras brasileiras, ela vestiu máscaras e posou ao lado de um vidro gigante de repelente. A declaração pegou mal e ela se desculpou. Mas não resolveu. Em todos os jogos que fez na competição, bastava ela pegar na bola para a torcida gritar “ôôôôô… zika!” e “olê olê olê olá, zika, zika!”. Para piorar, ela ainda levou um senhor frango no empate em 2 a 2 dos Estados Unidos contra a Colômbia. O time americano foi eliminado nos pênaltis pela Suécia nas quartas de final e ela se despediu do Brasil como chegou: causando polêmica. Na entrevista coletiva, contestou a justiça do resultado e classificou o time sueco como “covarde” por não ter apenas se defendido. No fim das contas, nenhum atleta ou turista foi infectado pelo vírus da zika.

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