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O museu da família Duarte

8 de maio de 2008

Quem me conhece sabe que eu adoro coleções. Minhas e dos outros. Sempre foi assim. Na infância, colecionei selos, álbuns de figurinhas, revistas sobre futebol. Hoje tenho mais uma porção de coleções em casa. Essa mania está no sangue da família Duarte. Meu avô trazia um envelopinho com selos sempre que ia em casa. Meu pai também adora uma coleção. Meu primogênito, Rodrigo, está indo pelo mesmo caminho. Mas nenhum de nós é páreo para meu tio, Agenor. Ele mora em Pouso Alegre, no interior de Minas Gerais, e transformou a casa dele num verdadeiro museu da família. Este da direita é o meu tio (ele adora uma piada!):


Até vidrinhos de geléia ele guarda num armário. Uma boa lembrança que vi lá foi o relógio que pertenceu aos meus avôs. De hora em hora, ele dava as suas badaladinhas. Estava lá também a cadeira de balanço, o gramofone e outras relíquias. Levei o Rodrigo e a Beatriz, meus filhos mais velhos, para conhecer a história da família. Na foto abaixo, a Bia dá uma olhada numa câmera fotográfica antiga, que está nas mãos de meu pai.

Passamos boas horas folheando também álbuns com fotos antigas. Pela primeira vez, vi uma foto dos meus bisavós. Mas a minha preferida é esta aqui: vovô Agenor, vovó Emília e os quatro netos mais velhos (no total, foram oito). Eu estou no colo do meu avô. Esta foto estava na sala do apartamento deles, em Higienópolis, e me traz recordações sempre muito boas.

Preservar a história da família é muito importante. Minha mulher, Maísa, acaba de lançar um livro maravilhoso sobre isso. O nome do livro é “A Árvore da Família”. Pois bem: a árvore da família Duarte está sendo regada pelo nosso querido tio Agenor.

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