O Exército brasileiro foi a primeira instituição militar do hemisfério sul a admitir mulheres em seus quadros permanentes e de carreira. Em 1992, eles incorporaram ao seu quadro administrativo a primeira turma feminina de oficiais. Antes deles, porém, a Marinha já havia formado, em 1981, 307 mulheres. Apesar do pioneirismo, até hoje não deixa que elas façam parte da Escola Naval e concorram às vagas de capitão-de-mar-e-guerra, contra-almirante e almirante.

A Aeronáutica, por sua vez, abriu as portas para as oficiais femininas pouco depois, mas foi muito mais exigente nos pré-requisitos das candidatas. Apenas as solteiras de até 27 anos eram admitidas para exercer funções meramente administrativas. Em 1997, o campo se expandiu e a Força Aérea Brasileira passou a aceitar pilotos mulheres.