Já mencionado pelo padre Anchieta em 1560, é o demônio das florestas amazônicas. Seus pés virados para trás confundem os caçadores, fazendo com que se percam nas matas. Surge e desaparece de repente. Os índios deixavam presentes, com flechas e penas, pelo caminho para que o Curupira não lhes fizesse mal.