Desde o último dia 17 de setembro, manifestantes americanos estão acampados na Praça Zuccotti, em Wall Street – reduto de escritórios de bancos e grandes empresas em Nova York. O protesto “Occupy Wall Street”, que repudia a política econômica mundial e a corrupção, foi inspirada nas manifestações que geraram a Revolução Egípcia este ano. Os manifestantes receberam visitas de famosos, como a cantora Katy Perry e o rapper Jay-Z. Cerca de 950 cidades do mundo inteiro elaboraram ocupações semelhantes, incluindo  Rio de Janeiro e São Paulo. Eles garantem que a ocupação vai continuar até que as manifestações sejam atendidas.  “Somos os 99% que não toleram mais a corrupção de 1%” é um dos slogans mais repetidos.
Com tantas revoltas acontecendo no mundo, engraçadinhos criaram eventos no Facebook com as mais diferentes reivindicações. O Occupy Sesame Street, por exemplo, prega a invasão da Vila Sésamo. Uma das reclamações é que 99% dos biscoitos são comidos por apenas 1% dos monstros Come-Come.
OCCUPY VILA SÉSAMO
Os pequenos bonecos LEGO também decidiram se rebelar com o movimento Occupy Lego Land. A ocupação fictícia dos cinco parques temáticos dos homenzinhos amarelos tem mais ou menos os mesmos motivos da versão maior em Nova York: desemprego, governo repressivo e gastos militares em excesso.
OCCUPY LEGO LAND
Outro parque que está quase sendo invadido – de brincadeira, claro – é o Disney World, na Flórida. Razão? “99% dos fastpasses [ingressos especiais que permitem furar filas de brinquedos no parque] vão para 1% dos visitantes. Estamos aqui para redistribui-los”.

OCCUPY DISNEY