A identificação de pilhas utilizando letras começou como uma anotação conveniente para especialistas, para identificar o comprimento, diâmetro e formato. Com o tempo essa identificação acabou sendo regularizada pela American National Standards Institute, que regulamenta as normas técnicas dos Estados Unidos. A primeira pilha, utilizada em lanternas pequenas, foi chamada aleatoriamente de C. Logo depois, as lanternas maiores precisaram de pilhas maiores e as pilhas foram batizadas de D, seguindo o alfabeto. Em seguida, o caminho feito foi inverso. Eram necessárias pilhas menores, e assim surgiu a AA. Conforme o tamanho ia diminuindo, eram adicionadas outras letras “A”. Não existe uma pilha B ou A, porque nunca se seguiu o alfabeto e nem uma sequência lógica.

Resposta de Gabriel Lemes, técnico laboratorial do Instituto de Química da USP de São Carlos.