Félix Hoffmann, um jovem químico alemão da empresa Friedrich Bayer & CO, em Elberfeld, criou a Aspirina em 1897.

O novo medicamento surgiu a partir das queixas de seu pai, que tomava o ácido salicílico para tratar de artrite, mas sempre reclamava do gosto amargo.

A salicilina, substância encontrada em plantas como a Spiraea ulmaria, já havia sido sintetizada em 1874 na Alemanha. Em suas pesquisas, Félix acrescentou um grupo acetil ao ácido salicílico, criando o ácido acetilsalicílico em agosto de 1897.

No entanto, a aspirina foi patenteada pela indústria alemã Bayer em 10 de outubro de 1897. Em 1899, depois de comprovadas as ações analgésicas, antipiréticas, e anti-inflamatórias da substância, a Bayer introduzido a nova droga no mercado.

O nome do remédio foi formado assim: “a” vem de acetil; “spir” é a raiz do ácido espírico (substância quimicamente idêntica ao ácido acetilsalicílico); e o “ina” é um sufixo que se adicionava ao nome de todo medicamento no final do século XIX.

É da casca do salgueiro que vem o princípio ativo da aspirina. A salicina e o salicilato, extraídos dessa árvore, eram usados contra a cefaleia na Mesopotâmia 3 mil anos a.C..