Leonardo da Vinci

  •  O italiano Leonardo di ser Piero da Vinci nasceu no dia 15 de abril, no calendário juliano, ou no dia 25 de abril, no calendário gregoriano, de 1452.
  • Leonardo da Vinci era canhoto e vegetariano.
  • Ele tinha o hábito de fazer suas anotações da direita para a esquerda.
  • Também costumava comprar pássaros engaiolados e soltá-los.
  • Criou a técnica de pintura chamada “sfumato”, que mistura tons e cores de uma forma que o observador não perceba essa fusão. O nome da técnica vem justamente da semelhança do resultado com fumaça.
  • Não há certeza sobre o local de seu nascimento. Alguns pesquisadores afirmam que Leonardo nasceu na cidade de Vinci, que fica na região da Toscana, na Itália, mas, a maioria deles, acredita que ele nasceu em um vilarejo próximo à cidade.
  • Não tinha um sobrenome, por ser filho ilegítimo de Piero da Vinci, um notório funcionário público ligado ao poder judiciário, e Caterina, uma camponesa. Seu nome era composto por uma referência a seu pai, “di ser Piero”, e à cidade de origem de sua família, “da Vinci”. Acredita-se ser esse o motivo que levou um dos maiores gênios da história da humanidade a assinar seus trabalhos somente como Leonardo.
  • Foi pintor, escultor, arquiteto, botânico, músico, engenheiro, cientista, geólogo, além de ter estudado anatomia, óptica e perspectiva.
  • Seu QI foi estimado entre 180 e 220. Um índice acima de 141 pontos já indica genialidade.
  • Foi aluno de duas grandes personalidades da Renascença: Lorenzo de Médici e Andrea del Verrocchio.
  • Da Vinci fez o primeiro projeto de uma bicicleta. Desenhou um velocípede com transmissão por corrente, que só virou realidade 400 anos depois, em 1885. Também projetou esboços de helicópteros, pára-quedas, submarinos, diversos tipos de máquinas e metralhadoras, entre outras invenções somente concretizadas centenas de anos após sua morte.
  • Em 1516, Leonardo se tornou o primeiro engenheiro, arquiteto e pintor do rei Francisco I, da França. Em troca dos trabalhos, da Vinci morava no Castelo Clos Lucé, perto do Castelo de Amboise, residência real, e recebia uma pensão generosa.
  • Morreu na cidade de Cloux, na França, aos 67 anos. Seu caixão foi levado por 60 mendigos, de acordo com seu desejo, até a capela de São Hubert, onde está enterrado.