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1972 a 1992

24 de abril de 2019

 

1972

A alemã criada no Brasil Sílvia Sommerlath era chefe das recepcionistas do COI nos Jogos de Munique. Nos intervalos das competições, conheceu o príncipe Carlos Gustavo, que se tornaria rei da Suécia em 1973. Os dois se casaram em 1976 e Sílvia é hoje rainha da Suécia.

O atirador americano Victor Auer, medalha de prata na prova de carabina em Munique, escrevia o roteiro das séries de TV Bonanza e Gunsmoke.

1976

Hasely Crawford, vencedor da corrida dos 100 metros, transformou-se num herói em Trinidad e Tobago: virou estampa de selo, batizaram um avião em seu nome e seis músicas foram compostas em sua homenagem.

O judoca Hector Rodriguez, de Cuba, estava feliz com a medalha de ouro na categoria leve. Aos repórteres, contou o curioso motivo que o levou a lutar: “Precisava me defender de meus seis irmãos mais velhos”.

1980

As jogadoras do time de hóquei na grama do Zimbábue receberam um prêmio quando voltaram para seu país com a medalha de ouro. O ministro de esportes deu um boi para cada uma delas.

Sorteado para fazer o exame antidoping, o nadador brasileiro Jorge Luís Fernandes conseguiu uma incrível marca: demorou quase três horas para fazer o seu xixizinho.

1984

A cena mais comovente dos Jogos de Los Angeles foi o gesto de heroísmo da atleta suíça Gabrielle Andersen-Scheiss, de 39 anos. Ela entrou trôpega, cambaleante e desequilibrada no estádio Coliseu, demorando sele longos minutos para percorrer dramaticamente os últimos 400 metros dos 42 quilômetros da maratona, acompanhada de perto pela equipe médica do Comitê Organizador. Foi o 37º lugar mais aplaudido da história olímpica.

O português Carlos Lopes, ganhador da maratona, foi atropelado 15 dias antes da prova, enquanto treinava. Richard Mwana, maratonista da Tanzânia, não teve a mesma sorte. Foi morto por um policial que o confundiu com um ladrão durante um treino.

1988

A primeira e a última medalha de ouro da competição foram conquistadas por um Bordin. A primeira saiu para a atiradora soviética Irina Bordin. Já a última, na maratona, ficou com o italiano Gelindo Bordin.

Matt Biondi perdeu a final da prova dos 100 metros nado borboleta para o surinamês Anthony Nest por uma diferença de apenas um centésimo de segundo. “Se eu não tivesse cortado a unha na semana passada, conseguiria chegar antes”, brincou Biondi.

1992

Os atletas bósnios presentes em Barcelona não estavam preocupados com medalhas, mas em mostrar ao mundo a tragédia da guerra civil. Um exemplo: a corredora Mirsada Buric, 22 anos, arriscava a vida em meio ao fogo cruzado para treinar nas ruas de Sarajevo.

Janet Evans, ex-menina prodígio dos Estados Unidos nos Jogos de Seul, terminou os 400 metros nado livre em segundo lugar. Ficou paralisada com sua “derrota”, tendo de ser convidada pelo juiz a se retirar da piscina.

 

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