O sorvete americano Häagen-Dazs tem uma história bastante curiosa, a começar por seu nome. Häagen-Dazs não significa coisa alguma. O nome foi inventado por Rose Vesel Mattus (1916-2006), esposa do imigrante polonês Reuben Mattus. Reuben (1912-1994) chegou em Nova York, nos Estados Unidos, com apenas 9 anos. Veio de navio com a mãe viúva. Com 10 anos, já Ajudava a mãe a espremer os limões que seriam utilizados na fabricação de sorvetes, vendidos por um tio. Em 1929, Reuben começou a fazer seus próprios sorvetes, que eram levados em uma carroça puxada por um cavalo, nos bairros do Brooklin e do Bronx. O sorvete foi batizado de Senator Frozen.

Quando começou a fazer um produto de melhor qualidade, o casal percebeu que faltava algo para convencer os clientes a pagar mais por um sorvete. Para Rose e Reuben, o segredo estava em rebatizar o sorvete com um nome especial. Foi em 1960 que surgiu o Häagen-Dazs, um nome de inspiração dinamarquesa que não tem qualquer significado, a não ser soar como um produto importado. Eles resolveram homenagear a Dinamarca porque o país recebeu bem os imigrantes judeus durante a Segunda Guerra Mundial. A marca foi registrada no ano seguinte.

A primeira sorveteria Häagen-Dazs foi inaugurada no bairro do Brooklin, em Nova York, em 1976. Em 1983, a gigante alimentícia Pillsbury comprou o negócio por 70 milhões de dólares. Rose lançou a história da empresa no livro “The Emperor of Ice Cream: The True Story of Häagen-Dazs”, escrito em parceria com a jornalista Jeanette Friedman, em 2004.

Caro para cara* não vale a pens