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Curiosidades sobre 10 ditadores

24 de abril de 2019

1. Adolf Hitler
O pai de Hitler foi aprendiz de sapateiro em Viena, e sempre usou o sobrenome da mãe: Schicklgruber. Com 39 anos, um amigo o convenceu a usar o sobrenome do pai de criação: Hiedler. O nome, soletrado da forma errada para o escrivão, passou a ser Hitler. Em alguns panfletos do início da caminhada nazista, Hitler era chamado de “Adolf Schicklgruber”. “Schicklgruber” é o último sobrenome de seu pai. Apesar do ódio aos não arianos, Hitler pode ter sido neto de um judeu. Isso porque seu pai, Alois, era filho de Maria Anna Schicklgruber. Ela trabalhou alguns anos na casa de uma família judia, e a suspeita é de que o pai do garoto Alois tenha sido um rapaz da casa. Mais tarde, Maria se casou com Johann Georg Hiedler. Na época, Alois tinha 5 anos.

2. Augusto Pinochet
Pinochet deixou o poder do Chile em 1989. Foi preso em Londres e levado à suprema corte, mas libertado por problemas de saúde. Acusado em 2002 por envolvimento em raptos e assassinatos, foi liberado novamente por o considerarem inapto fisicamente para acompanhar o julgamento. Morreu em 10 de dezembro de 2006 em decorrência de um ataque cardíaco.

3. Benito Mussolini
O professor e jornalista italiano fundou com outros veteranos da 1ª Guerra Mundial o partido Fasci di Combattimento em 1919. Fasci era o nome dado pelos romanos antigos a feixes de galhos. Eles simbolizavam a força da união, já que os gravetos presos juntos eram mais resistentes que sozinhos. Seu filho, Romano, se casou com a irmã da atriz Sophia Loren, Anna Maria Scicolone.

4. Ferdinando Marcos
O ditador que governou as Filipinas de 1965 a 1986 fugiu do país após manifestações populares, e morreu exilado no Havaí. Era casado com Imelda Marcos, ex-Miss Filipinas, que era conhecida pela coleção de mais de três mil pares de sapato.

5. Francisco Franco
Seu nome completo é Francisco Paulino Hermenegildo Teódulo Franco Bahamond. Também ficou conhecido como “Generalíssimo Franco”. Franco entrou para a academia militar em 1907, aos 14 anos. Em 1915, ele tornou-se o mais jovem capitão do exército espanhol, aos 23 anos. Francisco Franco liderou o regime militar na Espanha de 1 de outubro de 1936 até sua morte, em 1975. Ele acabou com a união civil – para ser considerado legítimo, o casamento precisava ser feito na Igreja -, instituiu o catolicismo como a religião oficial da Espanha e proibiu o uso das línguas basca e catalã. Em várias Igrejas espanholas ainda há placas com a inscrição “Viva Franco pela bênção de Deus”. O mausoléu onde está o túmulo de Franco foi batizado de “Vale dos Caídos” e foi construído por 50 mil presos políticos. Simpatizantes do franquismo celebram todo ano uma missa em homenagem ao aniversário de morte do ditador.

6. Idi Amin
Idi Amin ganhou fama nos anos 70 pelos atos terroristas e comportamento agressivo. O ditador foi deposto do governo de Uganda, que assumia havia 8 anos, quando a Tanzânia invadiu o país, em 1979. Morreu exilado na Arábia Saudita.

7. Josef Stálin
O ditador nasceu em 1879 em uma cabana que ficava no vilarejo de Gori, que na época fazia parte do vasto império russo. Seu verdadeiro nome era Iosif Vissarionovich Dzhugashvili. Ele adotou o codinome Stálin no início da década de 1910. A palavra significa “homem de aço”. O político foi o único dos três filhos de um sapateiro e de uma dona-de-casa que sobreviveu à desnutrição. O pai, que tinha problemas com a bebida, costumava bater muito nele. Stálin freqüentou o seminário da Igreja Cristã Ortodoxa. Sua primeira esposa foi Yekaterina Svanidze. Os dois se casaram em 1905. Ela morreu dois anos depois. Nadezhda Alliluyeva se tornou sua segunda mulher em 1918. Ficou com o ditador até 1932, ano em que cometeu suicídio. Stálin era seguidor de Vladimir Lênin, líder da Revolução Russa de 1917. Mas o comportamento rude e agressivo do pupilo acabou por aborrecer seu mestre. Antes de morrer, Lênin escreveu um testamento político onde admitia duvidar que o então secretário do governo soubesse usar sua autoridade com cuidado. As preocupações do político acabaram por se concretizar. Quando assumiu o poder, Stálin matou diversas pessoas para promover a industrialização do país e instaurou a Guerra Fria. Morreu em 5 de março de 1953, vítima de complicações decorrentes de um enfarto.

8. Saddam Hussein
Saddam abandonou o poder do Iraque em 2003, após sofrer ataque dos Estados Unidos. Ele estava havia 24 anos no comando do país. Em 2006, foi condenado à morte por enforcamento devido ao assassinato de 148 xiitas iraquianos em 1983.

9. Anastasio e Luís Debayle Somoza
Anastasio Somoza governou a Nicarágua durante 16 anos. Foi assassinado em 1957, deixando o cargo para seu filho Luís Debayle. Em 1963, o ditador foi substituído por Reve Gutierrez, depois de publicar lei proibindo sua reeleição e a eleição de qualquer membro da sua família.

10. Suharto
No poder da Indonésia durante 31 anos, Suharto renunciou em maio de 1998 por causa da pressão popular. Foi preso por corrupção, acusação que foi retirada mais tarde por razões de saúde.

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