• Em 1988, a atriz pornô Makerley Reis, conhecida como Cicciolina do Bexiga, tirou a blusa e mostrou os seios durante uma conferência de Leonel Brizola na sede paulista da Ordem dos Advogados do Brasil. Foi a forma que ela encontrou para lançar sua candidatura à Câmara dos Vereadores pelo PMDB. Makerley fez o filme A menina do sexo diabólico. Não foi eleita.
  • Célia Artacho, eleita deputada estadual em São Paulo pelo Prona em 1994, venceu um concurso chamado Lady Universo, na Itália, 10 anos antes. Ela trabalhou como modelo e dançarina de casas noturnas. Recebeu apenas 1.102 votos, mas se elegeu por causa dos votos dados à legenda.
  • Dez anos antes de se eleger deputada federal, Rita Camato foi eleita Rainha dos Estudantes Capixabas. A bela loira de 1,65 metro,  51 quilos, olhos verdes para uns e azuis para outros, acabaria recebendo ainda o título de A Musa da Constituinte.
  • Na cidade piauiense de Colônia, com 7 mil habitantes, o candidato mais votado de 1996 foi o travesti Kátia Tapeti, do PFL.
  • “Leve-me para a Câmara”. A modelo Núbia de Oliver disputou uma cadeira de vereadora pelo PL de Uberaba (MG). “O partido queria que eu usasse shortinho e miniblusa na campanha, mas preferi blazers”, conta ela. Núbia recebeu 166 votos e não se elegeu.
  • Nas eleições de 2004, Edivânia Matias Ferreira, mais conhecida como Débora Soft, foi candidata a vereadora em Fortaleza (CE). Antes disso, ela trabalhava como stripper e imitadora da apresentadora Xuxa. Sua campanha tinha como lema “Vote com prazer e sem preconceito”.
  • Em 2006, a candidata a deputada estadual por Salvador, Milena Silva, abandonou a eleição para poder posar nua em uma revista masculina.
  • Nas eleições de 2008, uma das candidatas à Câmara Municipal de Fortaleza foi a striper Adrielly Fatal, que não conseguiu votos suficientes para se eleger.
  • Em 2010, Suellem Rocha, mais conhecida como Mulher Pera, foi candidata a deputada federal por São Paulo. Até o senador Eduardo Suplicy pediu votos para ela. Recebeu 3.136 votos, que não seriam suficientes para se eleger, mesmo se a sua candidatura não estivesse indeferida (ela não pagou uma multa de 3 reais por não ter votado nem justificado a ausência em uma eleição anterior).
  • No mesmo ano, a funkeira Renata Frisson, mais conhecida como a Mulher Melão, se candidatou a deputada estadual pelo PHS do Rio de Janeiro. Com 1650 votos, não foi eleita.
  • Também em 2010, uma atriz pornô foi candidata a deputada federal por São Paulo. Era Cameron Brasil, que tinha como slogan a frase “vote com prazer”. Nem o número escolhido por ela escapou do duplo sentido: 1969. Recebeu 9.964 votos, e não foi eleita.
  • Para concorrer às eleições municipais de Varsóvia, em novembro de 2010, a cantora polonesa Sara May distribuiu cartazes vestida de biquíni provocante e deitada na areia. O slogan da candidata era “Bonita, independente, competente”.