A notícia que me chamou a atenção hoje foi a da cafeteria norte-americana que, para espantar a crise, apostou em uma estratégia ousada: garçons e garçonetes com pouca roupa.


Localizada na cidadezinha de Vassalboro, no Estado americano do Maine, a “Grand View Topless Coffee Shop” conta com um time de 15 descamisados – 10 mulheres e 5 homens – que servem as 15 mesas completamente sem nada da cintura para cima.

As regras de convivência dentro do estabelecimento são rígidas: não são permitidas câmeras, nem contato pessoal com os funcionário e somente pagamentos em dinheiro são aceitos.  O dono do negócio, Donald Crabtree, acredita que a cafeteria deve seu sucesso à “felicidade” que ela proporciona ao público em tempos de crise.
Quem já tinha apostado em algo parecido (mas menos ousado) foi a Hooters – uma rede de restaurantes americana. As garçonetes usam shorts bem cavados e camisetas que deixam suas formas provocantes.  A primeira loja da rede foi aberta em 4 de outubro de 1983, na Flórida, e rapidamente se espalhou pelos Estados Unidos. Atualmente, há filiais em várias partes do mundo – inclusive no Brasil.


Existem cerca de 15 mil “Garotas Hooter” espalhadas pelo mundo. O site oficial, que tem até mesmo dicas de beleza para as interessadas em se tornar uma “Garota Hooter”, deixa claro: sutiã e calcinha são itens obrigatórios no uniforme das funcionárias. Não sei nos Estados Unidos, as moças da filial paulistana usavam todas meia-calça.


Já o uniforme das garçonetes de uma rede de cafés do Chile – conhecida como “Café con Piernas” – inclui vestidos bem curtos de lycra e um providencial isqueiro para acender os cigarros da clientela, formada em sua maioria por trabalhadores masculinos interessados em um cafezinho no meio do expediente. O balcão, bem baixo, era uma estratégia do lugar. Uma filial foi inaugurada na zona Leste de São Paulo, mas não sobreviveu por muito tempo.