O esperanto foi elaborado pelo oftalmologista e linguista polonês Lejzer Ludwik Zamenhof em 1887. O objetivo era criar uma língua auxiliar universal, para ser adotada pelos povos em relações internacionais. Antes, houve outra tentativa de se criar uma língua universal. Foi o “volapuque”, inventado por João Martinho Schleyer.
O idioma foi desenvolvido a partir de raízes de palavras escritas de maneira semelhante, e com o mesmo significado, em várias línguas. Ele é composto de 60% de radicais de origem latina, 30% de origem anglogermânica e 10% de origem diversa.
Quem estuda ou fala o esperanto é esperantista.
A língua fundamenta-se em dezesseis regras em que procura fixar a derivação e as flexões das palavras. A gramática do esperanto tem poucas regras e não prevê exceções. O uso de prefixos, sufixos e desinências é padronizado. Os verbos em esperanto são regulares, ou seja, não variam em pessoa ou em número.
As palavras devem ser lidas como estão escritas. Não há letras mudas. Toda palavra é paroxítona, ou seja, a sílaba tônica é sempre a penúltima. O artigo definido é “la”, tanto para o gênero (feminino e masculino), quanto para o número (singular e plural). O plural é sempre formado pelo acréscimo da letra J no fim da palavra. A letra tem som de um “i” breve.
As palavras interrogativas começam sempre pela letra “k”.

Aprendi o esperanto em 2011 pela internet, onde também passei a divulgá-lo pelo meu site pessoal.