LEITE CONDENSADO Durante uma viagem de navio, que ia de Londres a Nova York, o americano Gail Borden sentiu a falta de leite a bordo. Para levar leite em um navio, percebeu ele, a embarcação teria de transportar as próprias vacas, pois o leite estragava rapidamente, e as viagens eram longas demais. O leite era um produto difícil de conservar, e as tentativas lançadas no mercado tinham um sabor horrível — o leite acabava queimando e ficava escuro durante o processo de desidratação. De tanto pensar nessa história, em 1856, Borden patenteou o leite condensado.

A grande diferença do processo é que o leite era fervido a altas temperaturas dentro de uma câmara de pressão. A pressão ajuda o leite a alcançar uma temperatura mais alta em menos tempo e sem queimar. Para melhorar o gosto e preservar o alimento, Borden adicionou açúcar. O produto caiu no gosto da população, e era até indicado por alguns médicos por ser mais “higiênico” que o leite fresco.

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