Em 1715, o rei de Portugal, Dom José, assinou uma lei para ajudar os traídos a saberem de sua condição. A pessoa que tomasse conhecimento de uma traição deveria pendurar chifres na porta da casa do traidor.

No século XI, a mulher que praticasse adultério deveria ser assassinada em praça pública pelo marido. Esse hábito é adotado ainda hoje em alguns países islâmicos.

Os esquimós não acreditam na traição. Pelo contrário: os homens oferecem suas mulhres aos visitantes como sinal de boas vindas.

Em Hong Kong, uma mulher traída pode matar seu marido com o respaldo da lei. No entanto, ela não pode usar nada além de suas próprias mãos para matá-lo. Já a amante do marido pode ser assassinada de qualquer jeito.