Anastácia, A Mulher Sem Destino (1967)
Janete Clair estreou na rede Globo com a missão de reformular esta novela que antes era escrita pela argentina Glória Magadan. Ela resolveu de cara limar metade dos personagens colocando na história um furacão. Depois da devastação, a trama ganhou ritmo e audiência.

Sabor de Mel (1983)
O dramaturgo Jorge Andrade era o responsável pelo enredo, que perdeu fôlego no decorrer dos capítulos. A solução foi substituí-lo por Jaime Camargo e Lafayette Galvão. A dupla tratou de inventar um fim para a história.

Torre de Babel (1998)
O público não aprovou o romance das lésbicas interpretadas por Christiane Torloni e Silvia Pfeiffer, e as duas acabaram sendo eliminadas da trama com a explosão do shopping onde tinham uma loja.

Pecado Capital (1999)
A atriz Vera Fisher foi contratada por Glória Perez para levantar o ibope do remake, que não tinha boa audiência. O recurso não teve muito sucesso.

A Padroeira (2001)
A dobradinha Walter Avancini (direção) e Walcyr Carrasco (autoria) ia bem até Avancini ficar doente e ter que se afastar. Com a chegada de Roberto Talma, o ibope despencou. Então Carrasco decidiu modificar a trama: tirou 13 personagens, criou 8 novos e deu um ar mais humorado à história.

Coração de Estudante (2002)
A novela estava inicialmente nas mãos do dramaturgo Emanuel Jacobina. Como ela não fazia muito sucesso, a Globo convocou o autor Carlos Lombardi para dar uma ajuda. Ele adicionou à trama diversas cenas com o galã Vladimir Brichta.

América (2005)
A autora Glória Perez e o diretor Jayme Monjardim começaram a novela discordando sobre vários aspectos: a escolha da protagonista (ela queria Deborah Secco e ele, Camila Morgado), a condução das personagens (ela queria que Sol fosse alegra e otimista e ele, mais tristonha e chorosa) e a condução da trama. A situação ficou insustentável. Monjardim acabou pedindo demissão do cargo.