IRMÃ DULCE

  • Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes nasceu em 26 de maio de 1914, em Salvador. Era a segunda dos 5 filhos do casal Augusto Lopes Pontes e Dulce Maria de Souza Brito Lopes Pontes.
  • Com apenas 13 anos já atendia pessoas carentes na sua própria casa. No ano de 1933, depois de receber o diploma de professora, Marai Rita ingressou na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, do Convento de Cristóvão, em Sergipe.
  • Numa homenagem à mãe, adotou o nome de Irmã Dulce quando fez os votos de profissão da fé religiosa em 15 de agosto de 1934. Voltou a Salvador para trabalhar como enfermeira voluntária no Sanatório Espanhol por três meses.
  • Tentou dar aulas de geografia, mas sentiu não ter vocação para professora.
  • Passou a se dedicar integralmente ao trabalho social. Em 1935, fundou a União Operária São Francisco, primeiro movimento cristão operário de Salvador. A “Associação Obras Sociais Irmã Dulce” foi criada em 26 de maio de 1959. Tanta dedicação aos pobres, menores carentes e idosos lhe valeu o título de “Anjo Bom da Bahia”. Entre suas muitas obras, encontra-se a Fundação Irmã Dulce (1981). Foi ela também que iniciou a reforma do novo Hospital Santo Antônio, com 400 leitos (1983).
  • Irmã Dulce morreu às 16h45 do dia 13 de março de 1992, no Convento Santo Antônio, depois de ter ficado internada durante 16 meses. O seu processo de beatificação começou em 1998.
  • O escritor Paulo Coelho, recém-saído do sanatório em que ficou internado no final dos anos 60, fugiu para a Bahia e contou com a caridade de Irmã Dulce para conseguir a passagem de ônibus para voltar ao Rio de Janeiro.