PRÊMIO NOBEL2000
Andre Geim, da Universidade de Nijmegen (Holanda), e Sir Michael Berry, da Universidade de Bristol (Reino Unido) ganharam na categoria Física pelo uso de imãs para levitar sapos e um lutador de sumo.

Os cientistas Jonathan Wyatt, Gordon McNaughtib e William Tullet (Escócia) foram contemplados na categoria Saúde Pública pela pesquisa “O Colapso dos Sanitários em Glasgow”.

1999
Len Fisher, Universidade de Bristol (Reino Unido) e Jean-Marc Vanden-Broeck, da Universidade de East Anglia (Reino Unido) ganharam em Matemática por calcularem a melhor maneira de mergulhar um biscoito em um copo de leite e projetar uma chaleira que não pinga.

A Instituição Britânica de Padrões (Reino Unido) levou na categoria Literatura por publicar um texto de seis páginas que explica a melhor maneira de fazer chá.

1998
Dolores Krieger, da Universidade Nova York (EUA) foi premiada na categoria Psicologia por popularizar o “toque terapêutico”, um método místico de tratamento de doentes que consiste em “energizá-los” com as mãos (mas sem que exista o “toque”).

1997
Bernard Vonnegut, da Universidade Estadual de Albany (EUA), levou na categoria Meteorologia pelo artigo sobre galinhas depenadas como medida da velocidade de vento dos tornados.

T. Yagyu e seus colegas do Hospital Universitário de Zurique (Suíça), da Universidade Médica Kansai (Japão) e do Centro de Pesquisa em Tecnologia de Neurociência (República Checa) levaram na categoria Biologia por medirem os padrões de ondas cerebrais de pessoas enquanto mascavam diferentes tipos de chicletes.

O prêmio na categoria Medicina foi dado a Carl J. Charnetski e Francis X. Brennan, Jr. da Universidade Wilkes e James F. Harrison da empresa Muzak, de Seattle (EUA), pela descoberta de que ouvir música de elevador estimula a defesa do organismo contra infecções e pode com isso prevenir o resfriado comum.

1996
Na categoria Literatura, os editores da revista pós-moderna Social Text ganhou por publicarem uma pesquisa que eles não conseguiam entender, que o autor disse que era sem sentido, e que alegava que a realidade não existia. O texto era uma invenção do pesquisador Alan Sokal, que queria demonstrar (e conseguiu) a falta de critério de muito do que passa por “ciência social” hoje em dia.

O prêmio de Saúde Pública foi concedido a Ellen Kleist, de Nuuk ( Groenlândia), e Harald Moir, de Oslo (Noruega), pelo artigo médico com o título “Transmissão de gonorréia por meio de uma boneca inflável”.

1995
Os vencedores de Saúde Pública foram as nórdicas Martha Kold Bakkevig e Ruth Nielsen pelo estudo “Impacto da Roupa de Baixo Molhada nas Respostas Termorregulatórias e no Conforto Térmico no Frio”.

Os pesquisadores da Universidade Keio (Japão) levaram na categoria Psicologia por terem ensinado pombos a distinguir pinturas de Picasso das de Monet.

1994
Robert Lopez ganhou na categoria Entomologia por experimentos nos quais coletou parasitas de gatos e os colocou no próprio ouvido.

Em Física, ganhou a Agência Meteorológica Japonesa, por um estudo de sete anos sobre a hipótese de terremotos serem causados por peixes rebolando suas caudas.

1993
E. Topol, R. Califf, F. Van de Werf, P. W. Armstrong e
seus 972 co-autores levaram na categoria literatura por publicarem um relatório medico que tem 100 vezes mais autores que páginas.

Os norte-americanos John Mack e David Jacobs levaram na categoria Psicologia por concluírem que pessoas que acreditam terem sido seqüestradas por alienígenas, provavelmente o foram.

1992
O prêmio na categoria Arte foi dado a Jim Knowlton que fez um pôster comparando o tamanho dos pênis no reino animal.

O médico Cecil Jacobson ganhou na categoria Biologia pelo seu método de controle de qualidade do sêmen na inseminação artificial. Ele só inseminava mulheres com o próprio sêmen e o fazia com uma mão só.

1991
O francês Jacques Benveniste levou na categoria Química por descobrir que a água é um líquido inteligente e demonstrar que “ela” consegue lembrar de eventos muito antigos. O cientista é o único que ganhou o prêmio duas vezes: em 1998, foi contemplado por mostrar que as informações memorizadas pela água podem ser transmitidas pelo telefone ou pela internet.