
Na semana passada, a tenista italiana Flavia Pennetta declarou que não está nem aí para abstinência sexual antes e durante as competições. Sexo em vestiários e banheiros de avião eram comuns durante seu namoro com o tenista espanhol Carlos Moyá (abaixo). Flavia também contou que, apesar de várias jogadoras serem homossexuais, nunca foi assediada durante as competições.

É estranho que tenha gente que ainda fique chocada com esse tipo de declaração. Atletas estão cada vez mais falando sobre sexo. Já na década de 1920, o circuito de tênis era esquentado pela presença da francesa Suzanne Lenglen. Ela era conhecida na imprensa francesa como “A Divina”. Avessa ao comportamento considerado “adequado” para as mulheres de seu tempo, Suzanne bebia, colecionava amantes e – reza a lenda – não usava nada por baixo da saia comprida do uniforme.

Uma das maiores tenistas da década de 80, Martina Navratilova abriu o jogo em sua autobiografia “Being Myself”. Nascida na República Tcheca em 1956, Martina (abaixo, no centro) declarou que sempre se sentiu atraída por pessoas do mesmo sexo. Teve um relacionamento com a escritora Rita Mae Brown e, atualmente, pode ser vista desfilando com a ex-rainha da beleza Julia Lemigov.

Em entrevista à revista Veja, em 2004, o jogador Romário confessou que , “se pudesse, sairia da cama direto para o campo”. Ele também declarou que fidelidade nunca foi o seu forte, mas que “estava melhorando”. Também numa entrevista, o agora técnico Renato Gaúcho disse que, quando fazia festinhas em casa, “até o Cristo Redentor fechava os olhos”.

Nas Olimpíadas, o clima não é muito diferente. Na véspera da prova de salto em distância nas Olimpíadas de 1968 no México, o norte-americano Bob Beamon fez sexo na Vila Olímpica. A escapada pesou na consciência do atleta, que acreditava que o exercício sexual poderia prejudicar seu desempenho na prova. Felizmente, Bob preocupou-se à toa. Naquela competição, ele quebrou o então recorde histórico com um salto de 8,9 metros. A marca só foi superada 23 anos depois, pelo também americano Mike Powell.

Nos Jogos de Los Angeles, em 1984, Robson Caetano, hoje comentarista da Rede Globo, integrava a forte equipe brasileira de revezamento 4 x 100 metros, que tinha chance de ganhar uma medalha. Na véspera da prova, porém, cedeu ao convite de uma assessora contratada pela delegação do Brasil (uma bela loira americana de 24 anos) para jantar fora da concentração. Jantar… entendeu? Robson reapareceu apenas no dia seguinte, pouco antes da prova, e acabou desligado da equipe no próprio estádio.
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legal
por que nao fazer um bom sexo antes , o sexo relaxa , da uma sensação gostosa de flutuar …. uma sensaçao de bem estar de bem com a vida , e nada melhor do que o proprio para deixar os atletas com uma vontade louca de vencer.
Por que tanto pudor, atletas, bonitas (o), saradas (o), com alta libido, eno topo da juventude SEXO e só faz bem antes, e após as competições, o que não pode é bebidas e drogas. Fidelidade é coisa pessoal, abaixo o puritanismo.
Sinceramente também não vejo qual é o problema … O Dádá Maravilha não cansa de declarar em entrevistas, que para ficar mais leve se masturbava no intervalo de alguns jogos.
Como usuário de avião (normalmente o Airbus A-330, depois da “morte” da querida VARIG) não vejo como duas pessoas possam entrar ao mesmo tempo no banheiro e fazer sexo naquele espacinho ??? Precisa ter imaginação de Julio Verne !!! e olha que eu sou magro e estou imaginando uma mulher com o mesmo perfil …