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O inimigo nazista

24 de abril de 2019

 

  • Em novembro de 1989, Ayrton Senna fez uma grave acusação de manipulação do campeonato em favor de Alain Prost por parte do presidente da FIA, o francês Jean-Marie Ballestre. Senna tinha sido desclassificado do GP do Japão por retornar à pista por uma via de escape e não pelo traçado legal do circuito.
  • Considerado um “piloto perigoso”, Senna foi multado em 100 mil dólares (pagos pela McLaren) e suspenso por seis meses, pena que foi engavetada.
  • Ballestre – acusado de colaborador dos nazistas durante a invasão alemã da França na Segunda Guerra Mundial – exigiu uma retratação pública de Senna ou ele ficaria fora do campeonato de 1990. Só depois de muitas negociações, Senna enviou uma carta e voltou a ser incluído na competição.

Declarações feitas depois do GP do Japão de 1989

“Não posso explicar outra coisa além do que se viu: a grande manipulação que foi o campeonato de 1989. Não cometi nenhum erro em Suzuka, mas minha vitória não interessava a muita gente. É uma situação lamentável para o esporte.”

Carta enviada ao presidente da Fisa

“Durante a reunião do Conselho Mundial de Fisa, ouvi várias afirmações e testemunhos de várias pessoas, e dessas afirmações pode-se concluir que elas são a prova de que nenhum grupo de pressão ou presidente da Fisa influenciaram as decisões referentes aos resultados do Campeonato de Fórmula 1 de 1989.”


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