1808
O ingresso no ensino superior é possível apenas para estudantes de alguns colégios, como o tradicional D. Pedro II.

1911
O ministro Rivadávia da Cunha Corrêa institui a obrigatoriedade do vestibular.

1915
Os exames de admissão começam a ser chamados de vestibular.

1946
O professor Walter Leser, da Escola Paulista de Medicina, introduz testes nas avaliações dos alunos.

1964
É criado o Cescem: vestibular da área de biológicas em São Paulo.

1967
Surge o Cescea, em São Paulo, vestibular para a área de humanas.

1968
O vestibular deixa de ter nota mínima e passa a ser classificatório.

1969
O Mapofei, exame para área de exatas com questões discursivas, é instituído.

1976
É fundada a Fuvest, que organiza os vestibulares da Universidade de São Paulo (USP), Universidade de Campinas (Unicamp) e Universidade Estadual Paulista (Unesp).

1981
A Unesp passa a fazer exames separadamente.

1986
A Fuvest realiza um segundo vestibular para preencher as vagas que sobraram.

1989
A Fuvest começa a exigir a leitura obrigatória de uma série de livros.

1995
A Fuvest aumenta de 72 para 160 o número de testes da primeira fase. O Ministério da Educação cria o Provão, para avaliar a qualidade dos cursos.

1996
A nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) estabelece que as instituições são livres para decidirem sobre o seu processo seletivo. Ou seja, as escolas escolhem se querem ter vestibular ou não.

1998
É criado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), para avaliar a qualidade dos cursos de nível médio. Algumas faculdades e universidades passam a usar a nota dessa prova como critéiro para admissão dos alunos em seus cursos.

2000
O Enem passa a valer pontos na Fuvest, Unicamp e Unesp.

2001
A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), antiga Escola Paulista de Medicina, deixa a Fuvest e faz o vestibular próprio.

2002
A Fuvest muda a primeira fase para uma única prova de 100 questões.

2006
A  prova da 1ª fase da Fuvest passa a contar com 90 questões, um bloco de 9 perguntas interdisciplinares e um acréscimo de 3% na nota da prova para vestibulandos que cursaram todo o ensino médio em escolas públicas. 170.474 vestibulandos batalham uma vaga na USP – o maior número de inscrições na história da FUVEST.

2009
O número de inscritos na FUVEST é o menor desde 1997: 138.242 candidatos. Entre os motivos apontados para a diminuição nas inscrições, estão a criação de novas universidades públicas e o Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece bolsas de estudo na rede particular de ensino superior para alunos oriundos de escolas públicas. O curso mais concorrido foi o de publicidade e propaganda, com 40,6 candidatos por vaga.