• É um dos mais conhecidos assassinos seriais do mundo. Entre os dias 31 de agosto e 9 de novembro de 1888, cinco mulheres que se prostituiam na região de Whitechapel, em Londres, foram brutalmente assassinadas. Os crimes acabaram atribuídos a Jack, o Estripador.
  • “Jack, o Estripador” retalhava os corpos de suas vítimas, expondo suas vísceras e retirando seus genitais e membros.
  • A primeira vítima conhecida de Jack foi Mary Ann Nichols, conhecida como “Polly”, assassinada no dia 31 de agosto de 1888.
  • Uma das razões da fama do assassino serial foi o fato dele agir em uma cidade grande (Londres), em uma época que a imprensa já estava consolidada.
  • Na época dos crimes , o jornal “The Star”, chegou a vender 232 mil exemplares por dia. Ele foi o primeiro a sugerir que os três primeiros assassinatos foram cometidos pela mesma pessoa. Também foi no “The Star” que uma carta do suposto assassino foi publicada, eternizando a lenda de “Jack, o Estripador”.
  • Durante o outono de 1888, os jornais londrinos receberam cerca de 100 cartas assinadas – em diferentes caligrafias – por “Jack, o Estripador”.
  • A carta mais famosa – e considerada a mais autêntica – é a “From Hell” (“Do Inferno”). A carta foi recebida pela polícia de Londres juntamente com a metade de um rim humano, atribuído à Catherine Eddowes, a quarta vítima “oficial” de Jack.
  • Oficialmente, as vítimas de “Jack, o Estripador” foram: Mary Ann Nichols (assassinada no dia 31 de agosto de 1888), Annie Chapman (8 de setembro de 1888), Elizabeth Stride (30 de setembro de 1888), Catherine Eddowes (30 de setembro de 1888) e Mary Jane Kelly (9 de novembro de 1888).
  • A escritora americana Patricia Cornwell publicou em 2002 o livro “Retrato de Um Assassino – Jack, o Estripador – Caso Encerrado”, em que afirma que o assassino foi o pintor impressionista alemão Walter Sickert.
  • A tese da escritora é sustentada por testes de DNA. Patrícia Cornwell afirma ter comparado vestígios de DNA encontrados em cartas do pintor com o DNA encontrado em cartas atribuídas a Jack.
  • Escrito por Alan Moore, o livro “Do Inferno” atribui os assassinatos de Jack a William Gull, médico da família real inglesa. O livro inspirou o filme homônimo, no qual o ator Johnny Depp interpreta o responsável pela investigação dos crimes.