VAMPIROS E SEUS DIFERENTES TIPOS

1. O vampiro é um ser mitológico morto-vivo, dotado de um corpo físico que geralmente se alimenta de sangue.

2. No século IX  já existiam referências a criaturas vampirescas na mitologia chinesa. Conhecido como “kiang shi”, o vampiro chinês é caracterizado pelos cabelos longos, esverdeados ou esbranquiçados pelos fungos presentes em seus caixões. O “kiang  shi” também pode assumir a forma de um pássaro negro.

3. Pupilas fixas e aversão ao manjericão. Para os antigos gregos eram esses os traços que identificavam um vampiro. O manjericão era considerado uma erva mágica.

4. Na Idade Média, os vampiros eram associados a pactos diabólicos e defeitos morais.

5. Na Europa Oriental, existiam diversos tipos de vampiros. O “nosferatu” seria uma criança nascida morta e enterrada sem batismo — de volta ao mundo dos vivos, assumia formas de animais e objetos. O “murony” era fruto da relação entre dois filhos ilegítimos. Caso a mãe assassinasse um filho bastardo logo após o parto, ele se tornaria um “moruiu”, uma moita em chamas de dois metros de altura.

6. Tornar-se um “strigoi” era o castigo de assassinos — seres altos, corpulentos, de cauda peluda e olhos vermelhos.

7. Para russos e ucranianos, ladrões, homossexuais e praticantes de bruxaria podiam voltar da morte em forma de “mjertovjec”. Os “mjertovjec” não tinham nariz e o lábio inferior era rachado.

8. A cidade de Medvegia, na Sérvia, documentou um caso de vampirismo em 1732. Na época, os habitantes da cidade acreditaram que 15 pessoas, mortas pelo arquiduque Arnold Paole, viraram vampiros. Para impedir uma possível volta dos mortos, o hábito de exumar cadáveres se espalhou pela região.

9. O vampiro japonês é conhecido como “kappa”.

10. A principal inspiração de Bram Stoker para compor o Conde Drácula foi Vlad, o Empalador — um herói nacional da Romênia. No século XV, Vlad conteve o avanço dos turcos otomanos no sul da Romênia. Para isso, usou estratégias cruéis, como a empalação de centenas de opositores e traidores. Vlad pertencia à Ordem do Dragão, grupo de cavaleiros cristãos cuja missão era combater a ameaça turca. Em romeno, “drácula” significa “filho do dragão”.