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10 curiosidades sobre o cinema brasileiro

24 de abril de 2019
  1. A paternidade do cinema brasileiro é atribuída a Afonso Segreto, que filmou a Baía de Guanabara em 19 de junho de 1898. Por terem sido as primeiras cenas em movimento em terras brasileiras, a data se transformou no aniversário do cinema brasileiro.
  2. Mas o primeiro a fazer cinema de verdade no Brasil foi o mineiro Humberto Mauro: “Brasa dormida”, “Thesouro perdido” e “Ganga bruta” foram alguns de seus filmes.
  3. Eliana Macedo foi a primeira estrela do cinema brasileiro. Fazia quase sempre a mocinha ingênua, namorada dos galãs. Fez 26 filmes em 27 anos. O primeiro foi “O mundo se diverte”, de 1949. Encerrou sua carreira com ‘Um morto ao telefone”, do início dos anos 60. Em 1979, participou da novela “Feijão maravilha”.
  4. O Cine Regência, em São Paulo, apresentou uma grande novidade em 10 de setembro de 1954: o primeiro sistema de projeção em Cinemascope no Brasil.
  5. A atriz cearense Florinda Bulcão foi para a Itália em 1968, descoberta para o cinema por Luchino Visconti. Passou, então, a se chamar Florinda Bolkan.
  6. Flávio Migliaccio tem o recorde de maior número de papéis num único filme brasileiro. Foi em “Como vai, vai bem”, de 1969. Ele fez 8 personagens.
  7. O Cine Rio Branco, em Nazaré das Farinhas (BA), foi inaugurado em 1929. É o mais antigo cinema do Brasil ainda em atividade. Em 1998, estava ameaçado de demolição, mas foi comprado por 80 mil reais pelo jogador de futebol Vampeta, que restaurou o prédio.
  8. Vamos com calma”, de Carlos Manga, tem um recorde curioso: apesar do nome, ele fez o roteiro, dirigiu e montou o filme em 20 dias. Tudo isso porque a produtora Atlântida estava sem um filme carnavalesco naquele ano de 1956.
  9. O diretor Bruno Barreto é casado com a atriz americana Amy Irving, ex-mulher de Steven Spielberg. No divórcio, ela recebeu 112 milhões de dólares devido a um acordo pré-nupcial.
  10. O filme “Os Cafajestes”, realizado por Ruy Guerra em 1962, provocou escândalo ao exibir, durante 4 minutos, Norma Bengell no primeiro nu frontal de que se tem notícia na cinematografia brasileira.

 

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