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Fim da linha: bandas que não existem mais

1 de agosto de 2020

ABBA
O grupo sueco formado pelos casais Björn e Agnetha e Benny e Frida fez enorme sucesso na década de 1970, com hits como Fernando e Dancing Queen. Até que as coisas no âmbito conjugal começaram a degringolar. Em 1979, Björn e Agnetha se separaram. Benny e Frida fizeram o mesmo em 1981. A carreira artística não resistiu ao baque, e o ABBA disse adeus aos palcos em 1982.

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The Mamas & The Papas
Outro caso em que problemas conjugais causaram o fim de uma banda. A canção California Dreamin alçou a banda de John Phillips, Denny Doherty, Michelle Philipps e Cass Elliot a ícone do movimento pop dos anos 1960. Mas o grupo acabou se separando por causa do divórcio do casal John e Michelle.

Beatles
A humanidade chorou quando os quatro garotos de Liverpool anunciaram o fim da banda em maio de 1971. Mas as constantes interferências de Yoko Ono, namorada de John Lennon, foram a gota d?água em uma crise causada também pela emergência de diferenças entre seus integrantes sobre os rumos da carreira do grupo. Cada um seguiu seu caminho musical, mas o mundo nunca mais foi o mesmo.

The Police
Os roqueiros deram um tempo no grupo em 1982 para tocar projetos solos. Reuniram-se novamente em 1983, com o lançamento do álbum Sincronity, mas nunca mais gravaram um disco juntos. Ironicamente, uma das canções do disco (Every Breath You Take) é um de seus grandes sucessos. O último show ao vivo do Police ocorreu em 1986, na turnê pelos 25 anos da Anistia Internacional que mobilizou diversos artistas.

A-Ha
O fracasso do álbum Memorial Beach causou a separação do grupo pop norueguês em 1994. Antes disso, porém, ele arrasou quarteirões com Take On Me, Crying the Rain e outras canções, que embalaram a década de 1980.

RPM
Uma das bandas de rock mais populares no início dos anos 1980, tornou-se um fenômeno nacional ao emplacar quase todas as músicas de seu primeiro disco, Revoluções por Minuto. Mas apenas três anos após sua criação, o grupo se desfez, e o vocalista Paulo Ricardo seguiu carreira solo.

Jackson Five
Joseph Jackson, um músico mal-sucedido, decidiu reunir seus cinco filhos e criar o grupo no iníco dos anos 1960. Logo, o caçula e vocalista Michael Jackson começou a se destacar dos demais e, por fim, partiu para uma carreira solo em 1971. A banda ainda tentou manter-se sem o rapaz. Chegou a mudar de nome (The Jacksons), mas não resistiu e se desfez.

Destiny’s Child
O grupo surgiu em 1997. Consistia em um quarteto de R&B que alcançou sucesso com o hit No No No. Depois do lançamento do 2º álbum, duas das integrantes foram demididas e chegaram a ser substituídas, mas o grupo acabou se reduzindo a um trio (Beyoncé Knowles, Kelly Rowland e Michelle Williams). Em 2004, as três se envolveram em projetos solos (o que colocou Beyoncé entre as principais estrelas pop). Os críticos disseram que isto apontava o fim do Destiny’s. De fato, as garotas chegaram a lançar mais um disco (Destiny Fulfilled) e anunciaram sua separação em um comunicado para MTV News em 13 de junho de 2005.

 

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