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10 casos de desclassificação nas Olimpíadas

24 de abril de 2019

 1. Jim Thorpe
O atleta norte-americano levou a medalha de ouro no pentatlo e no decatlo nas Olimpíadas de Estocolmo, em 1912. Seis meses depois, suas medalhas foram confiscadas, porque descobriram que, em 1908, ele recebeu 60 dólares mensais por jogar em um time semi-profissional de beisebol na Carolina do Norte. Ele também havia jogado na liga júnior de beisebol, ganhando um salário de 25 dólares por mês. Naquela época, os atletas olímpicos deveriam ser estritamente amadores. As medalhas foram devolvidas à família de Thorpe em 1983, mas ele já não estava vivo desde 1953. Jim Thorpe foi escolhido como o melhor atleta da primeira metade do século XX.

2. Evander Holyfield
O norte-americano Evander Holyfield derrotou o neozelandês Kevin Barry nas semifinais do boxe nas Olimpíadas de Londres, em 1948. Ele nocauteou Barry com um gancho de esquerda. O juiz iugoslavo Gligorije Novicic, no entanto, desqualificou Holyfield por ter batido em Barry depois de ele ter declarado o fim da luta. O norte-americano acabou levando o bronze em vez de ter a chance de disputar o ouro. Ainda mais curioso é que nem Barry pôde disputar o primeiro lugar: havia uma regra que dizia que os lutadores de boxe que levassem um nocaute deveriam ficar quatro semanas sem subir nos ringues. Barry levou a medalha de prata.

3. Gehnäll Persson

A Suécia foi medalha de ouro na prova de adestramento das Olimpíadas de Londres, em 1948. A equipe, no entanto, foi desqualificada oito meses depois, porque um de seus membros, Gehnäll Persson, não era policial. Na época, apenas agentes da polícia podiam competir nas provas de hipismo. A medalha foi dada para a equipe da França, que estava em 2º lugar.

4. Hank Lammens

Um esquecimento fez o iatista canadense ser desclassificado dos Jogos de 1992, em Barcelona. Lammens não levou seu colete salva-vidas.

5. Ali Kazemi

O lutador de boxe iraniano esqueceu um item muito importante para uma disputa nas Olimpíadas de Barcelona, em 1992: suas luvas. Ele foi desqualificado.

6. Bertil Sandstrom

Na prova de adestramento dos Jogos de 1932, em Los Angeles, o sueco foi desqualificado por usar apitos para chamar a atenção de seus cavalos.

7. Carlo Airoldi

O italiano quis tanto competir nos Jogos de 1896, em Atenas, que ele foi andando de sua casa em Milão até a cidade sede, na Grécia. A caminhada de 1.500 km também serviria para deixá-lo em forma para a maratona. Quando ele chegou, descobriu que tinha sido desqualificado. O fato de já ter ganhado dinheiro como atleta invalidou a condição amadora obrigatória na época.

8. Joe Lazarus

O boxeador norte-americano nocauteou o sueco Oscar Andren nas Olimpíadas de Paris, em 1924. Lazarus foi desqualificado pelo juiz Maurice Siegel por ter batido em Andren durante uma pausa. Mais tarde, Siegel admitiu seu erro. O lutador sueco se ofereceu para disputar uma nova luta, mas o Comitê Olímpico não permitiu.

9. Doping

Casos de doping são a mais frequente forma de desqualificação de atletas nos Jogos Olímpicos. A gafe acontece todos os anos. Em 2012, o lançador de disco húngaro Zoltan Kövago foi desclassificado das Olimpíadas de Londres antes mesmo de seu início, por se recusar a ceder uma amostra de urina para o exame antidoping. Essa atitude implica um resultado positivo.

10. Rafaela Silva
A judoca brasileira vencia a luta contra a húngara Hedvig Karakas nas oitavas de final das Olimpíadas de Londres (2012), quando aplicou um golpe proibido e foi desclassificada. Mais tarde, acessou sua conta no Twitter e ainda falou mal dos internautas que ficaram revoltados com o erro da atleta.

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