Iemanjá, orixá do Candomblé considerada a protetora dos pescadores, é homenageada no dia 2 de fevereiro. A festa passou a acontecer depois que um barco de pescadores da praia de Rio Vermelho, em Salvador (Bahia), retornou em segurança depois de passar dias perdido em alto mar. O milagre foi atribuído à “Rainha do Mar”, e os moradores resolveram agradecê-la promovendo a procissão marítima. As embarcações que participam do evento levam as oferendas feitas pelos devotos e um presente principal. Em terra firme, outros jogam no mar flores e perfumes. Não há registros históricos sobre o ano dos acontecimentos.
É a entidade feminina mais respeitada do candomblé. Deusa dos mares e oceanos, recebe muitas oferendas no seu dia, 2 de fevereiro, que são lançadas ao mar. Mãe de todos os orixás, é representada com seios volumosos, que simbolizam a maternidade e a fecundidade. Também pode ser chamada de Janaína, Princesa do Mar, Sereia do Mar, Sereia Oloxum, Rainha do Mar e Dandalunda.
| Elemento | água |
| Personalidade | maternal e tranquila |
| Símbolo | leque e espada |
| Dia da semana | sábado |
| Colar | transparente, verde ou azul claro |
| Roupa | branco e azul |
| Sacrifício | porco, cabra e galinha |
| Oferendas | peixes do mar, arroz, milho, camarão com coco |
