“Elvis não morreu, só voltou para casa”. A frase em questão aparece no filme “Homens de Preto” (no caso, o Rei teria voltado a seu “planeta-natal”). Mas um monte de gente acredita piamente nela — e não cansa de provar sua veracidade. Entre as muitas evidências que embasam a teoria de que Elvis Presley não morreu, a mais popular diz que o local de seu funeral estava muito gelado. O clima era necessário para manter intacto o boneco de cera que foi colocado no lugar do roqueiro. Dizem até que a costeleta que caracterizava o cadáver falso chegou a cair no velório. Um guarda teria consertado o estrago às pressas, para que ninguém reparasse na fraude.
Os fãs de Jim Morrison são mais detalhistas na teoria sobre a “não-morte” do cantor. Segundo eles, o líder do The Doors inventou essa de bater as botas para poder fugir para a África. Por que lá? A escolha foi motivada pelo poeta francês Arthur Rimbaud, de quem Morrison era grande admirador. Rimbaud largou tudo para vender armas no continente
Raul Seixas morreu em 21 de agosto de 1989, vítima de uma parada cardio-respiratória. A saúde do roqueiro estava debilitada havia 10 anos, por causa de uma pancreatite. Só que aparentemente a morte não impediu o “Maluco Beleza” de circular por aí. Tem gente que jura ter visto o cantor passeando na Galeria do Rock, em São Paulo. E com dinheiro no bolso! Ele estaria comprando camisetas em uma das lojas.
Na contramão dos que “não foram”, Paul McCartney teria, sim, vestido o paletó de madeira há muito tempo. A notícia foi dada em 1969 pelo DJ Russel Gibb, da rádio WKNR, de Detroit, Estados Unidos. O Beatle teria morrido num acidente de carro três anos antes. Parecia absurdo, mas ouvintes adicionaram detalhes à história. Um certo Adam LaBour chegou a descrever a morte de McCartney em artigo para o jornal da Universidade de Michigan. O fato se espalhou tão rápido que Paul teve que se deixar fotografar pela revista “Life” com a família, em sua fazenda. De fato, Paul sofreu um acidente de mobilete perto de Liverpool, Inglaterra, ficando com uma cicatriz no lábio.
Outra vítima de lendas tétricas é Keith Richards. Os boatos diziam que o guitarrista dos Rolling Stones precisava se livrar com urgência do vício de cocaína para participar de uma importante turnê europeia. Recorreu a um tratamento de choque: fez uma transfusão integral de sangue. Desde então, para continuar vivinho da silva, precisaria refazer periodicamente essa hemodiálise “total”. A fofoca ganhou força depois que o próprio Richards confirmou a história a um jornalista. Depois, disse que era uma piada.