Será lançado no Brasil ainda neste semestre o livro “Morte a Bono”, de Neil McCormick. O Bono em questão é mesmo o líder da banda U2. O título, no entanto, não passa de uma brincadeira. McCormick é amigo de infância de Paul David Hewson (que ficaria conhecido como Bono Vox). O renomado jornalista musical da publicação inglesa “Daily Telegraph” conta sua obsessão – e os sucessivos fracassos – em seguir a carreira de rock star. Sua maior frustração foi ver o colega chegar ao estrelato de forma tão natural. Mais curioso ainda é que Neil conseguiu convencer o irmão mais novo Ivan a largar a banda de Bono para formar, junto com ele, um conjunto de punk rock. O projeto não vingou, Neil virou jornalista, toca guitarra em bandas de baile e Bono Vox é um dos músicos mais famosos do mundo.
Chad Channing (Nirvana)
Fã de rock sabe: quem tocava bateria na banda de Kurt Cobain era Dave Grohl, hoje líder dos Foo Fighters. Antes de o Nirvana estourar, no entanto, outro músico já havia batucado as canções de Kurt. Chad Channing atuou no disco de estreia da banda, “Bleach” (1989). Mas, devido a discórdias com Kurt Cobain, que não abria espaço para que Channing pudesse ajudar na composição das músicas, o baterista decidiu deixar a banda.
Pete Best (The Beatles)
Junior Moreno (RPM)
Junior Moreno tinha apenas 15 anos quando foi convidado por Paulo Ricardo e Luiz Schiavon para assumir a bateria do recém-formado RPM. O que, no entanto, acabou motivando sua saída do grupo foi justamente sua pouca idade. Não que o garoto não desse conta do recado. O problema foi que, com um menino de 15 anos ainda amarrado aos estudos, a banda ficava impedida de fazer excursões e de estender seus ensaios madrugadas adentro. Foi aí que o experiente Charles Gavin, que já havia tocado no Ira!, roubou as baquetas das mãos de Junior. Quando, quatro meses depois, Gavin foi convidado a integrar os Titãs, Paulo Pagni entrou na banda, consagrando-se o baterista oficial do RPM.
