O nome de solteira de Jacqueline era Lee Bouvier. Ela nasceu em 28 de julho de 1929 em Southampton (EUA).
Ela trabalhou na Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA). Também foi fotógrafa de um jornal em Washington (EUA), época em que conheceu o senador e futuro presidente John F. Kennedy. Ele se casaram em 12 de setembro de 1953.
Jacqueline e Kennedy tiveram dois filhos (Caroline e John Kennedy Jr). Em 1956, um ano antes de dar à luz ao seu primeiro bebê, teve uma menina, Arabella, que nasceu morta. Mais, em 1963, passou por situação parecida: seu caçula, Patrick, morreu pouco depois de vir ao mundo.
As escapadelas conjugais de Kennedy eram notórias (a atriz Marilyn Monroe foi a amante mais famosa). Certa vez, uma empregada de John e Jacqueline encontrou uma calcinha de seda preta debaixo da cama do casal. Colocou a peça no guarda-roupa de Jackie. Quando a primeira-dama encontrou a peça, chamou a empregada e disse: “Não é do meu tamanho”.
Jackie não deveria ter acompanhado o marido na viagem a Dallas (EUA), durante a qual John foi assassinado. Ela mudou de ideia porque estava muito triste com a perda do filho caçula.
Antes de aparecer diante das câmeras para se pronunciar sobre a morte do marido, foi aconselhada a trocar a roupa que estava suja de sangue. Ela se recusou, dizendo: “Deixem eles verem o que fizeram”.
Casou-se com o magnata grego Aristóteles Onassis em 20 de outubro de 1968. Os dois tinham uma relação conturbada. Certa vez, Onassis chegou a revelar à imprensa que havia apelidado a esposa de “superpetroleiro”. Segundo ele, Jackie lhe custava o mesmo que um navio de petróleo.
Todas as roupas que lhe renderam o título de uma das mulheres mais elegantes do mundo eram fabricadas pelo estilista francês Oleg Cassini.
Morreu em 19 de maio de 1994, vítima de um linfoma de Hodgkin. Parte de seus pertences foram leiloados. O ator Arnold Schwarzenegger gastou mais de um milhão de dólares para arrematar alguns dos objetos para sua esposa, Maria Shriver, que é sobrinha de Jacqueline.